Tribuna das Ilhas

No âmbito das Comemorações do Dia da Marinha, que se assinala a 20 de Maio, o Museu da Marinha vai promover a 2.ª Edição do Concurso Literário destinado ao público escolar do 1º, 2º e 3º ciclo.

O Concurso Literário deste ano tem com o mote: “… e num misto de entusiasmo e grande emoção, o marinheiro grita a plenos pulmões: Terra à vista! Terra à vistaa! Terra à vistaaa!!!”e consiste na redação de um texto que não ultrapasse uma folha A4 (2 páginas). Deverá ser elaborado individualmente, inédito e redigido em português. No final do texto deverá constar o nome, idade, ano de escolaridade do autor e nome da escola.

Os trabalhos deverão ser enviados até ao 21 de abril, através dos CTT para: Concurso Literário - Dia da Marinha - Museu de Marinha, Serviço Educativo Praça do Império, 14400-206 Lisboa, ou por email (formato PDF) para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Os três melhores textos serão premiados e os 15 melhores serão expostos ao público no Museu de Marinha - Pavilhão das Galeotas. A entrega dos prémios será feita em cerimónia pública, a decorrer no dia 19 de Maio, no Museu de Marinha.

 

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Dezenas de alunos da Escola Básica e Integrada António José de Ávila e do Conservatório Regional da Horta, plantaram na passada sexta-feira, dia 31 de março, um diospireiro descendente das poucas árvores que sobreviveram uma bomba atómica lançada em 1945 pelos Estados Unidos sobre Nagasaki, no Japão.

A plantação do diospireiro (conhecido no Japão como kaki), no Jardim Botânico do Faial decorreu no âmbito do projeto "Revive Time: KakiTree", que trouxe ao Faial o biólogo japonês Masayuki Ebinuma e o artista plástico Tatsuo Miyajima, impulsionadores deste projeto de promoção da vida e paz no mundo, que já plantou árvores em 24 países diferentes.

 

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A Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores (ALRAA) em parceria com a Associação dos Antigos Alunos do Liceu da Horta e com a Escola Secundária Manuel de Arriaga realizou esta segunda feira, dia 6 de março, no parlamento açoriano a Sessão Evocativa “Manuel de Arriaga e a Juventude” com vista a assinalar a passagem do centenário da morte do Primeiro Presidente da República.

Esta sessão, para além de eternizar a memória Manuel da Arriaga, pretendeu também promover junto dos alunos do 12.º ano, o estudo e o conhecimento da vida e obra de Manuel de Arriaga, patrono da Escola Secundária e contou ainda com a presença dos alunos do segundo ciclo da Escola Básica Integrada da Horta.

A sessão, que que foi transmitida em direto no “Parlamento On Line” e integrou uma conferência subordinada ao tema “Manuel de Arriaga, recordá-lo? Porquê?” proferida por Joana Gaspar de Freitas, especialista em Manuel de Arriaga e autora do livro “Manuel de Arriaga - História de um açoriano que chegou a Presidente da República”, assim como de um momento de perguntas, realizadas pelos alunos finalistas da ESMA, que tiveram a oportunidade de colocar à conferencista dúvidas e questões sobre a vida e obra deste ilustre faialense.

Na ocasião Ana Luís destacou a importância de “perpetuar a memória e o legado” de Manuel de Arriaga”.

De acordo com a presidente esta sessão “pretende dar um contributo efetivo para a formação de todos os jovens que agora terminam os seus estudos secundários na escola que tem como patrono Manuel de Arriaga, um dos maiores vultos da política portuguesa”, disse.

Ana Luís salientou ainda que tem esperança que “esta experiência” no parlamento açoriano venha a despertar nos jovens presentes a necessidade de “uma participação cívica ativa em prol da nossa Região”, considerou.

 

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Em 2012 a Junta de Freguesia de Castelo Branco celebrou, um acordo de Geminação com a Freguesia de Castelo Branco da Beira Baixa. Desde então várias atividades de intercâmbio nas vertentes culturais, educativas e económicas, têm sido realizadas entre as duas autarquias.

O Projeto “GE(R)MINAR”, é uma das iniciativas promovidas no âmbito deste protocolo que envolve os alunos do 4.º ano das escolas das duas freguesias e que tem por objetivo promover a defesa do ambiente, através da valorização do património natural dos territórios das duas freguesias.
 
 
No ano letivo 2013/14, a EB1/JI de Castelo Branco, participou no Projeto “GE(R)MINAR”, que decorreu no âmbito do protocolo de geminação celebrado entre a Junta de Freguesia de Castelo Branco no Faial e a sua congénere da Beira Baixa.
Este ano as freguesias decidiram dar continuidade ao projeto que envolve 40 alunos do 4.º ano de escolaridade, dos estabelecimentos de ensino de ambas as freguesias, 10 do Faial e 30 da Beira Baixa.
O Projeto “GE(R)MINAR” tem como objetivo promover a defesa do meio ambiente através da valorização do património natural, bem como a partilha e a troca de conhecimentos e experiências entre os alunos das escolas envolvidas.
A apresentação do projeto, para este ano letivo 2016/2017, teve lugar na sede da Junta de Freguesia de Castelo Branco, na manhã da passada quinta feira, dia 24 de novembro, através de um “intercâmbio virtual” com Castelo Branco da Beira Baixa.
Nesta iniciativa foi também dado a conhecer a parte prática do projeto que vai começar a ser desenvolvido pelas crianças da Beira e dos Açores, no 2.º período e cuja apresentação final decorre nas duas freguesias, em maio de 2017, num intercâmbio físico, que junta os alunos em duas ocasiões distintas: a primeira na Horta, no decorrer da deslocação dos alunos da Beira Baixa ao Faial e a segunda durante a viagem que os alunos faialenses irão fazer a Castelo Branco no continente, que inclui a recriação de uma procissão em honra do Divino Espírito Santo.
Para Vítor Pimentel, presidente da Junta de Freguesia de Castelo Branco da Horta, este “é um projeto importante a manter”. Segundo o autarca, “desde o primeiro ano em que se protocolou o acordo de germinação entre as freguesias começamos logo a trabalhar em vários eventos e iniciativas que se têm concretizado ao longo destes anos”. 
Nestes quatro anos, de acordo, com o Presidente da Junta já se desenvolveram várias ações de âmbito cultural, ambiental, educacional e até económica, “para que numa perspetiva de futuro ele possa ser sustentável por ele próprio”, disse. Neste sentido, avançou, “promovemos com os empresários da freguesia de Castelo Branco uma ida à feira Bienal do Azeite em Castelo Branco da Beira Baixa. Uma de feira de grande dimensão a nível nacional em que proporcionamos a oportunidade de ir ao continente expor os seus produtos, também já numa intenção de trazer a vertente económica ao projeto”, avançou.
O autarca explicou que já há dois anos quando se iniciou o projeto de Ge(r)minar a ideia era que houvesse um intercâmbio entre as escolas, para que os alunos pudessem apresentar os trabalhos realizados nas duas localidades. “Nessa altura já tínhamos como intenção terminar com um encontro físico entre as duas realidades, mas na altura não foi possível devido essencialmente aos exames que os alunos tinham de realizar”. Este ano, revela o autarca, “resolvemos antecipar um pouco a ida para o início do terceiro período e depois também a situação dos exames já não se coloca”. 
“Estou contente porque todos os pais daqui autorizaram a deslocação dos seus filhos. Alguns manifestaram interesse em ir, sendo que vão suportar os encargos às suas custas. Isso dá-nos um certo alento, penso que vamos ter um bom desfecho deste projeto”, afirmou.
Vítor Pimentel ressalvou também o relacionamento e a abertura que tem havido com as entidades envolvidas tanto de cá como de lá. “Quer a Câmara Municipal da Horta, quer o conselho executivo da EBI/Horta, quando o projeto foi apresentado foram logo recetivos mostrando-se disponíveis para colaborar naquilo que lhes compete”, reforçando ainda que “na Beira Baixa a receção tem sido igual, de abertura total e de empenho para que isto seja concretizado”, disse.
Consciente das dificuldades que um projeto desta natureza abrange para as juntas de freguesias, “cujos recursos são limitados”, “vamos ter de bater às portas das Câmaras, que vão ter de ajudar”, sublinha.
Presente nesta ação esteve Filipe Meneses, em representação da Câmara Municipal da Horta. Para o vereador este é um projeto que além de promover o convívio entre alunos de escolas tão distantes recorre às novas tecnologias. “Este é de facto um projeto pioneiro na ilha do Faial, um projeto muito interessante, que para além do convívio, alia as novas tecnologias como hoje aqui aconteceu”. 
No entender do vereador, “ver crianças de terras tão distantes e realidades diferentes juntas, apoiadas pelas próprias freguesias e pelos municípios é de facto um trabalho notável de registo”, referiu.
Filipe Meneses, garantiu que a autarquia “está disponível quer para apoiar logisticamente quer financeiramente esta deslocação que tem alguns custos para a própria freguesia que conta com recursos limitados assim como acompanhar a iniciativa, se assim houver interesse, por parte das juntas de freguesia”.
De registar que integrado na programação de consolidação da geminação entre as duas freguesias com o mesmo nome, o Grupo Etnográfico de Castelo Branco, e o Grupo Coral de Santa Catarina da ilha do Faial, já participaram também em eventos promovidos pela autarquia da Beira Baixa.
 
 

Com o objetivo de alertar para as alterações climáticas a Associação Portuguesa de Ambiente (ASPEA) – Núcleo da Horta, promoveu duas sessões das Conversas & Oficinas no âmbito do projeto “O Clima é Connosco”, que contaram com a presença de António Eloy e Susana Garcia, ambos colaboradores desta associação ambiental.

 

Na manhã de quinta feira, dia 3 de novembro, os alunos da Escola Profissional da Horta participaram numa interessante conversa sobre o clima, com António Eloy. 

Esta atividade, organizada pela ASPEA, Núcleo da Horta, enquadra-se no âmbito do projeto “O Clima é Connosco”, que conta com o apoio institucional da APA – Agência Portuguesa do Ambiente e da Imprensa Nacional Casa da Moeda, que visa desenvolver uma série de ações e eventos para alertar a população em geral sobre as alterações climáticas em Portugal.

António Eloy, “trabalha com empresas que promovem energias renováveis assim como a eficiência energética, conservação dos recursos e novas formas relacionamento das pessoas com a natureza” e há muito que colabora com a ASPEA, daí o convite para orientar “estas conversas sobre o clima”, pelo país, explicou ao Tribuna das Ilhas.

O orador esclareceu que esta atividade é dirigida a todos os públicos. António Eloy tem levado este tema às escolas primárias, às universidades, assim como a institutos, escolas profissionais, Câmaras Municipais, etc. 

Para o professor o tema revela-se de grande importância por isso considera que cada vez mais “é importantíssimo que as pessoas percebam que se não fizermos nada estamos a caminhar para ‘Armagedom’, ‘Dia do Juízo final’, chamemos-lhe o que quiserem”, salientando que “a espécie humana é uma espécie desnecessária para a vida na terra e está-se a tornar desnecessária através das atividades de emissão de gases que produz, geradoras do aquecimento global, que vão alterando os ciclos da vida dos oceanos, provocando o degelo, a diminuição do plâncton, à morte dos recifes de coral, etc”.

No entender do professor o ser humano encontra-se “irreversivelmente numa lógica que pode levar à sexta grande extinção de espécies”, neste contexto defende que deve ser feito “um esforço de sensibilização e de ação”, de forma a incentivar cada um “a fazer um bocadinho para ajudar a manter o clima dentro dos limites toleráveis”, afirma.

No que se refere a ação promovida na Horta, “inscreve-se no lançamento do núcleo da ASPEA no Faial”, esclarece António Eloy, revelando que a primeira ação que promoveu foi dirigida aos alunos da Escola Profissional da Horta. Uma sessão, que considerou “fantástica”, pelo facto dos jovens se mostrarem “extremamente” atentos, sublinhou. Outra sessão foi também realizada no mesmo dia, no Centro Associativo Manuel de Arriaga, sede do Núcleo da ASPEA na Horta, para o público em geral. 

No âmbito destas “Conversas pelo Clima”, também, Susana Garcia, formada em meteorologia e Oceanografia Geofísica, veio ao Faial, através delegação dos Açores do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), desenvolver algumas atividades inseridas neste projeto da ASPEA “O Clima é Connosco”.

Susana Garcia explicou que o projeto resulta de uma parceria entre o IPMA e a ASPEA e também enquanto colaboradora desta associação ambiental “surgiu a oportunidade de vir à Horta, dinamizar algumas sessões, com vista a sensibilizar os alunos para as questões das alterações climáticas e da importância da nossa alimentação para este tema”.

Susana Garcia avançou que estas sessões são dirigidas a alunos do nono ano até ao 12.º ano de escolaridade, daí a sua realização na Escola Secundária e na Profissional da Horta.

A oradora revela ainda que “estas sessões são basicamente de divulgação e de esclarecimento, onde nós falamos essencialmente das alterações climáticas, aquecimento global, gases com efeito de estufa a que depois associamos a alimentação e a forma como os nossos hábitos alimentares estão a afetar negativamente o planeta e o que podemos fazer para mudar”.

Para Susana Garcia estas ações revelam-se de grande importância uma vez que “de acordo com os resultados das cimeiras realizadas a nível internacional, as metas que os políticos colocam nestas temáticas são muito irrisórias e estão longe daquilo que vai acontecer”.

“Nós temos que começar pela comunidade local, porque se uma comunidade de 15mil habitantes mudar os seus hábitos, é possível estender isto a todas as pessoas que habitam neste planeta e estamos a falar de biliões de pessoas”, defende.

As “Oficinas pelo Clima”, apresentam-se como um Plano de Comunicação que tem por objetivo informar, sensibilizar e promover a participação e a responsabilização do público em geral e das comunidades escolares, em particular, para o compromisso com a sustentabilidade face às alterações climáticas.

Esta ação vai ainda passar por várias cidades de Portugal até dezembro, no total são 50 Oficinas de formação/informação que vão decorrer em escolas do ensino básico, secundário e profissional de todo o país.

 

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