Tribuna das Ilhas

A Quinta de São Lourenço, foi o local escolhido pela Câmara Municipal da Horta (CMH) para o encerramento do projeto “O Quintal”.

A festa teve lugar na manhã da passada quinta feira, dia 8 de junho e envolveu cerca de 130 crianças do ensino pré-escolar de seis escolas da ilha.

O objetivo principal do projeto, que se iniciou no terceiro período, passa por incentivar e incutir nas crianças o gosto pela agricultura e terra, dando a conhecer o processo dos alimentos desde o cultivo até ao momento que chegam à mesa.

Segundo o presidente da autarquia, José Leonardo Silva este “projeto municipal, dirigido às crianças da pré-escola tem como principal objetivo fazer com aprendam que a sua terra e o seu quintal é muito importante, não só em termos ambientais, mas também na produção da sua  própria alimentação”.

O presidente do executivo camarário explicou que “a novidade deste ano foi a plantação das ervas aromáticas, resultado de uma parceria com o Parque Natural do Faial.”

José Leonardo Silva, adiantou ainda que o facto do seu encerramento acontecer no parque de exposições da Quinta de São Lourenço, se prende com a realização do Encontro do Mundo Rural, que decorreu no passado fim de semana e que teve em vista a promoção do setor primário, que vai de encontro aos objetivos do projeto de reforçar a “ligação com a terra”, disse.

No entender do autarca “é  preciso que as pessoas se identifiquem com a sua terra. É isso que este projeto “O quintal”pretende”. Por outro lado, defendeu ainda que, “o objetivo é de semear nas crianças que de facto a terra é importante”, reforçou.

O presidente destacou a importância do projeto  revelando que “este tem tido um impacto muito positivo, algumas crianças quem nem sabiam o que era um sacho”. “Neste projeto não é a Câmara que está de parabéns, mas as escolas, os professores e os auxiliares de educação que em boa hora perceberam o impacto e a importância desta iniciativa”, frisou.

Durante a manhã as crianças participaram em diversas atividades tais como plantação de árvores, de ervas aromáticas, visitaram e assistiram a um video do Jardim Botânico e parti-ciparam em jogos tradicionais. 

No âmbito das Comemorações do Dia da Marinha, que se assinala a 20 de Maio, o Museu da Marinha vai promover a 2.ª Edição do Concurso Literário destinado ao público escolar do 1º, 2º e 3º ciclo.

O Concurso Literário deste ano tem com o mote: “… e num misto de entusiasmo e grande emoção, o marinheiro grita a plenos pulmões: Terra à vista! Terra à vistaa! Terra à vistaaa!!!”e consiste na redação de um texto que não ultrapasse uma folha A4 (2 páginas). Deverá ser elaborado individualmente, inédito e redigido em português. No final do texto deverá constar o nome, idade, ano de escolaridade do autor e nome da escola.

Os trabalhos deverão ser enviados até ao 21 de abril, através dos CTT para: Concurso Literário - Dia da Marinha - Museu de Marinha, Serviço Educativo Praça do Império, 14400-206 Lisboa, ou por email (formato PDF) para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Os três melhores textos serão premiados e os 15 melhores serão expostos ao público no Museu de Marinha - Pavilhão das Galeotas. A entrega dos prémios será feita em cerimónia pública, a decorrer no dia 19 de Maio, no Museu de Marinha.

 

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A Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça, na Horta, associa-se às comemorações do Dia Internacional do Livro Infantil, que se celebra anualmente a 2 de abril com a realização de uma mostra bibliográfica dedicada ao livro infantil que terá lugar de 31 de março a 8 de abril, entre as 9h00 e as 19h00 e aos sábados, das 14h00 às 19h00.

Esta é uma iniciativa da Direção Regional da Cultura, através dos seus Serviços Externos, que no âmbito desta data vai promover uma série de iniciativas, nas Bibliotecas Públicas e Arquivos Regionais dos Açores.

O Dia Internacional do Livro Infantil é um evento comemorado no dia 2 de abril, data em que nasceu o escritor dinamarquês Hans Christian Andersen.

Este autor foi o primeiro a adaptar fábulas existentes para a linguagem infantil, criando um produto específico para a importância da leitura e para o papel fundamental dos livros na infância.

 

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A Câmara Municipal da Horta (CMH) aproveitou as comemorações do Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento para dar tema ao tradicional desfile de Carnaval das Escolas do Concelho.

Esta iniciativa, que decorreu na manhã de quinta feira, no centro histórico da cidade, nomeadamente, entre a Praça da República e a Praça do Infante D. Henrique, resulta de uma parceria que o Município mantem há vários anos com as escolas e instituições privadas da ilha.

Observação de cetáceos, aves, turismo, trilhos, natureza, canoying, mergulho, transportes, mar, entre outros, deram cor e alegria a este corso de fantasias, que juntou miúdos e graúdos para celebrar esta época carnavalesca.

Nesta festa anual carnaval, a autarquia, no âmbito da declaração da ONU de 2017, sobre o tema em questão, pretendeu chamar a atenção para a importância do turismo sustentável, em três grandes áreas, como a económica, social e ambiental.

Esta iniciativa pretendeu ainda, à semelhança dos anos anteriores, fortalecer a relação entre a escola e a comunidade assim como, fomentar o comércio tradicional.

 

 

 

 

 

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No cumprimento de uma Resolução parlamentar, no final da passada semana, o Governo dos Açores entregou à Assembleia Legislativa, um ponto de situação sobre o processo de segurança e de proteção dos edifícios escolares existentes no arquipélago e dos seus utentes.

Na sequência desta informação, TI contatou os estabelecimentos de ensino público e privado do Faial e apurou que a sua maioria já possuí planos de segurança contra incêndios e de prevenção de situações de risco, assim como planos de segurança e evacuação das instalações.

No que se refere aos estabelecimentos de ensino privados, nomeadamente a Escola Profissional da Horta (EPH), Casa de Infância de Santo António (CISA), “O Castelinho” e a Creche do Centro Comunitário do Divino Espírito Santo (CCDES), todos têm os seus planos aprovados pela Proteção Civil.
A Diretora Pedagógica da EPH da esclareceu à nossa reportagem que o Plano de segurança contra a incêndios e de prevenção de situações de risco, e de evacuação está em funcionamento desde o seu licenciamento. Contudo, refere Regina Pinto, "devido a alterações na legislação, estes planos estão a ser alvo de reformulação, mas foram implementados e aprovados em 2006, ano da construção do edifício e em permanente execução”.
A CISA também, confirmou que “já possui o seu plano de segurança aprovado pela Proteção Civil”. “O Castelinho” por sua vez, revelou que “esta Instituição possuía plano de segurança desde 23/09/1996, com atualizações periódicas conforme alterações nas instalações e exercícios efetuados que originavam propostas de alteração ao plano”. No entanto, tendo em conta que a instituição se encontra em obras “só teremos plano após conclusão das mesmas”, disse Eduardo Pereira.
“Com a abertura da nossa valência de Creche em setembro de 2014, foram logo iniciados os procedimentos com vista a preparação das medidas de autoproteção e plano de segurança, tendo as mesmas sido aprovadas em definitivo em janeiro de 2016”, dá a conhecer Joaquim Amaral, membro do CCDES.
Também o presidente do Conselho Executivo da Escola Manuel de Arriaga (ESMA), confirmou ao TI que o Plano de segurança contra incêndios e de prevenção de situações de risco, foi aprovado aquando a inauguração deste estabelecimento de ensino, em 2008. "Aliás o plano de segurança contra incêndios e de prevenção de situações de risco,da ESMA foi um dos primeiros a ser aprovado", revela Eugénio Leal, salientando ainda que "desde então têm sido feitas as atualizações necessárias".
 
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