Tribuna das Ilhas

Numa iniciativa do Teatro de Giz e da Associação Cultural Fazendo, amanhã, 21 de Março, pelas 21h00, na C.A.S.A de Chá e Bar, vai decorrer a iniciativa ‘O poema ensina a cair’.

O verso da poetisa Luiza Neto Jorge dá o mote para uma noite em que celebramos a Poesia “e escapamos, juntos, à vertigem do mundo”, pode ler-se na nota de imprensa enviada às redações.

E porque Março é o mês da Mulher, esta organização vai ainda prestar homenagem a várias poetisas, consagradas ou não, através da leitura de alguns dos seus poemas.

Luiza Neto Jorge, Adília Lopes, Natália Correia, Judite Jorge, Maria Teresa Horta, Bénédicte Houart e Cláudia R. Sampaio são alguns dos nomes selecionados.

Um coletivo, constituído por Rui Martins, Maria do Céu Brito, Aurora Ribeiro, Ana Pinto, Lídia Pombo, e Mar Navarro, irá conduzir os presentes pelo mistério da palavra poética para nos fazer ‘ver no escuro’.

sexta, 03 março 2017 15:10

Rosa dos Ventos no Teatro Faialense

No âmbito das comemorações do 100.º Aniversário do Teatro Faialense, o grupo Teatro de Giz, numa parceria com o Grupo de Teatro UmColectivo de Elvas vai apresentar o espetáculo Rosa dos Ventos.

Destinada a miúdos e graúdos a partir dos 6 anos de idade, a apresentação tem lugar hoje, 3 de março, pelas 21h30 e insere-se no Ciclo de Teatro do Faial organizado pela Câmara Municipal da Horta e ao qual o Teatro de Giz se associou.

Segundo a nota do Teatro de Giz enviada às redações “esta parceria entre o Teatro de Giz e UmColectivo resulta numa proposta de teatro especialmente direcionada para miúdos a partir dos 6 anos - o que inclui, obviamente, toda a miudagem graúda que mantém e alimenta o espírito livre da sua criança”.

De salientar que o cenário da peça foi criado e construído por um grupo de miúdos faialenses, dos 8 aos 11 anos, que participaram numa oficina de cenografia orientada pelos companheiros UmColectvo, que decorreu durante no Teatro Faialense.

Rosa dos Ventos é uma Co-Produção Teatro de Giz + UmColectivo que conta a história de uma miúda que sabia entrar para dentro de um livro de contos e viajar. De vez em quando, Rosa dos Ventos abria o livro fora do seu quarto e deixava a imaginação contaminar toda a gente.

De acordo com o Grupo “esta proposta surge na procura de colmatar a falta que nos faz conhecer outros lugares. Lugares que não aparecem na televisão, que não são notícia, que não são destino lowcost, que não estão na moda”, revela, sublinhando ainda que “acabámos por construir um grande livro de contos, estilo pop up book, que a cada página revela um imaginário completamente diferente, através do qual viajamos de norte a sul, de este a oeste, embalados por histórias e contos tradicionais de diversos países”, refere.

“À medida a que o espetáculo se vai revelando na relação com o público, através de perguntas e respostas e da manipulação de cenário, as histórias vão ficando mais nítidas: As Cores (conto brasileiro), Porque os leopardos têm pintas (conto tanzaniano), O Cão em sua Busca Pela Luz (conto coreano), Yggdrasil, a árvore da vida (conto celta) são as histórias das quais partimos e a partir das quais vivemos aventuras e sonhos”, avança.

Fazem parte da equipa, Cátia Terrinca, na dramaturgia, a cenografia é da responsabilidade de  Suzana Alves da Silva e o desenho de Luz e Sonoplastia estão a cargo de João P. Nunes. Cátia Terrinca e Suzana Alves da Silvatêm ainda a responsabilidade da interpretação, sendo a produção de Márcia Conceição.

 

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O Teatro de Giz está de volta aos palcos, a peça “NÃO SE PAGA!, NÃO SE PAGA!” é a peça escolhida para o reencontro com o público. 
Numa encenação de Luciano Amarelo, a partir do texto original do escrito italiano Dario Fo, com o mesmo título. 
A encenação em palco está marcada para os dias 4, 5, 6 e 7 de dezembro, e Luciano Amarelo pretende agitar consciências e criar a revolução.
Luciano Amarelo foi o encenador escolhido pelo Teatro de Giz, com um vasto currículo na área da representação fez a sua formação na Academia Contemporânea de Espetáculos, do Porto, e estagiou em Londres, na escola superior, e frequentou a Ecóle Jaques Lecoq, uma escola conceituada da capital francesa. 
O ator/encenador Luciano Amarelo, trabalhou durante 13 anos na companhia Teatro Bruto, no qual foi fundador, fruto do Projeto de Aptidão Profissional do curso que tirou na Academia Contemporânea de Espetáculos.
O convite para encenar a peça que trás de volta ao palco o Teatro de Giz, surgiu através do conhecimento de alguns membros do Teatro de Giz que conheciam o seu trabalho através de outras companhias com que Luciano Amarelo já trabalhou. A possibilidade de encenar uma peça para o Teatro de giz já tinha surgido entretanto não chegou a concretizar-se. 
Luciano Amarelo voltou a surgir como opção para encenar uma peça para o Teatro de Giz, e chegou numa altura em que as expetativas são altas, depois de um interregno de cerca de dois anos sem atividade artística por parte da companhia de teatro.
 
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