Tribuna das Ilhas

Maria José

Maria José

A prova do Campeonato de Ilha de Vela Ligeira – na qual a Classe Access está inserida - foi realizada dentro da doca, pelo facto de fora, as condições de mar estarem um bocadinho agressivas.

O Torneio da Primavera contou com 5 atletas da classe Access: (Márcio Sousa, Carlos Cardoso, Rui Dowling, Libério Santos e Lício Silva e serviu de pré-aquecimento para a época mais dura que se aproxima a passos largos.

De acordo com informação disponibilizada pelo CNH, “O Treinador da Classe Access (João Duarte) adianta que os atletas vão ter agora pela frente “2 meses de treino intensivo” com o objetivo de se prepararem para o Campeonato Nacional, que decorrerá de 30 de Junho a 2 de Julho próximos, em Cascais, organizado pelo Clube Naval daquele concelho.

No que concerne ao Access, a classe 303 foi ganha por Márcio Sousa e, em segundo lugar ficou Carlos Cardoso.

Na classe 2.3 o primeiro classificado foi Rui Dowling, seguido de Libério Santos e Lício Silva.

Já nos Optimist, Mariana Rosa, Maísa Silva e Bernardo Melo, todos do CNH foram os primeiros do pódio.

No Laser, Alexandre Madruga, do Clube Naval da Madalena, foi o primeiro classificado, seguido do seu colega Pedro Costa. Em terceiro ficou Mariana Luís do CNH.

Na classe 420, a dupla Jorge Pires/Ricardo Silveira foi a primeira classificada. Em segundo ficou Mariana Luís/Ricardo Silveira.

Decorreu sábado, na Piscina da ESMA, o  Festival das Técnicas Simultâneas de Natação do Clube Naval da Horta (CNH), e que contou com 10 nadadores.

Sílvia Mendonça – Treinadora de Grau II e Coordenadora da Natação do CNH – afirmou ao Gabinete de Imprensa do CNH que esta actividade “decorreu melhor do que aquilo que era esperado”.

 “Nesta prova conseguimos avaliar alguns nadadores e fizemos um convite para 6 deles passarem para a competição, avança a Treinadora, rematando: “Os outros 4 estão igualmente muito bem, só que ainda são de muito tenra idade”, pode ler-se em comunicado enviado às redações.

A Vice-Presidente e Responsável por esta Secção, Olga Marques, afirmou por seu turno que “este Festival – promovido pela Associação de Natação da Região Açores (ANARA) – correu extremamente bem e os miúdos revelaram-se muito entusiasmados. Mas o que há mesmo salientar é o facto de se ter conseguido captar mais nadadores para a competição. E quero frisar bem o papel dos pais em todo este processo que, além de darem a sua colaboração, são os primeiros impulsionadores no empenho e desempenho dos filhos. Este grupo de 6 está motivado para entrar na competição, o que significa maior carga de treino ao longo da semana a fim de atingir um desenvolvimento mais rápido”.

O peditório da AMI a nível nacional vai decorrer de 1 a 4 de Junho, mas por impossibilidade da delegação da Terceira e do núcleo do Faial aqui vai acontecer de 4 a 7 de Maio. A informação foi avançada por Reneé Amaral , Coordenadora da AMI-Núcleo da Horta, que nos esclareceu que “este peditório assenta essencialmente no recrutamento de jovens e de pessoas com mais disponibilidade”. Vamos fazê-lo à imagem dos anos anteriores, colocar alguns cofres espalhados pelo comércio local, e durante o fim-de-semana iremos fazer o peditório de rua, que decorrerá nas artérias da cidade, para dar a conhecer a nossa instituição e para as pessoas perceberem o que estamos a fazer e o que podemos oferecer.” Decorrerá em simultâneo nalguma superfície comercial, que normalmente é no Fayal Kompra, a quem realmente temos de agradecer o espaço e pronta disponibilidade. A AMI surgiu já há 10 anos a esta parte na ilha do Faial, “através da doutora Fernanda Mendes que foi Delegada da AMI em Ponta Delgada. Conhecemo-nos no mundo da política, inicialmente como Deputada, e mais tarde como Secretária Regional da Saúde, e sendo minha conhecida, convidou-me para fazer parte e ficar a coordenar o núcleo da Horta.” Renée Amaral diz à nossa reportagem que aceitou este desafio de coordenar este grupo aqui no Faial porque tinha uma “vontade de ajudar e estar mais próxima das pessoas que têm mais necessidade”. Como qualquer percurso sobretudo numa associação sem fins lucrativos há altos e baixos, a responsável diz que “gostava de ter mais recursos, mais possibilidades de chegar as pessoas que nos procuram. Recursos financeiros, recursos humanos toda uma serie de recursos que são necessários para manter estas estruturas de pé e de forma mais presente”. A AMI não tem sócios, tem voluntários, “contamos sempre com um núcleo que é constante e assíduo que anda á volta das 6 pessoas. É com eles que eu conto para fazer os peditórios, fazer o atendimento ao fim – de – semana, realizarmos feiras, palestras, entre outras ações”. De acordo com Renée Amaral , “nós estamos próximos das escolas, procuramos dar alguma formação e sensibilização sobre os pilares em que assenta a AMI. Para além disso, em parceria com a Câmara Municipal da Horta fazemos reciclagem de material: pilhas, acumuladores, raio X e tinteiros”. Para além da doação de material escolar, de vestuário e de alimentos, a AMI tem uma ligação á Segurança Social, que identifica as pessoas e as encaminha até nós “de forma a podermos satisfazer as suas necessidades”, sublinha. Numa sociedade que existem instituições deste género, e em que as solicitações são frequentes, Renée considera “que as pessoas são muito solidárias. Não há ninguém que não ajude, não há ninguém que não tente auxiliar o mais carenciado. O nosso problema é efetivamente arranjar pessoas que estejam disponíveis para se associarem à nossa causa, de arranjarem um tempo disponível da vida delas para irem para a rua, para fazerem campanhas de sensibilização, fazerem os peditórios, mas se formos ao encontro dessas mesmas pessoas e pedirmos um apoio para a família A, B ou C, aí sim, conseguimos ter sempre um feedback bem positivo.” Sobre o que poderá estar na origem dessa falta de aproximação, a responsável diz que sente que ainda há um desconhecimento por parte da população sobre o que é a AMI e quais as suas funções e onde intervém. “Acho que a Assistência Médica Internacional está muito ainda com aquele cunho que é uma fundação muito direccionada para o exterior, por isso mesmo é importante levarmos cada vez mais a nossa fundação às pessoas para que percebam que estamos aqui e que nos podem sempre pedir auxilio, e nós claro que vamos auxiliar sempre que nos for possível”, remata. Questionada sobre o que a move neste movimento, Renée afirma ao Tribuna das Ilhas que “o que me faz continuar é efetivamente perceber que ainda há pessoas que estão a precisar de nós e enquanto for possível darmos alguma coisa, enquanto for possível estar aqui e ver uma criança sair da nossa sede sorrindo porque leva material escolar, uma mãe que leva um fato de treino, umas sapatilhas ou umas chuteiras porque os miúdos têm necessidade desse material, é para nós motivo mais do que suficiente para pensar que temos de continuar.”

O Projeto de Resolução do PSD sobre o POSEI foi aprovado sexta-feira, por unanimidade, em Plenário da Assembleia da República. A iniciativa propõe à União Europeia (UE) “melhorar a aplicação, a abrangência e a dotação financeira dos programas POSEI para os Açores e para a Madeira”.

Segundo os deputados social democratas eleitos pela Região, “os Açores ficaram a ganhar com esta aprovação, pois é a própria Assembleia da República que reconhece um programa especifico para as Regiões Ultraperiféricas, assumindo responsabilidade no acompanhamento da Resolução”, adiantam.

Berta Cabral e António Ventura foram proponentes da iniciativa, e vão agora estar “atentos” ao cumprimento da Resolução, esperando que o Governo da República “faça a sua parte”. Ou seja, queremos que o Governo “se empenhe na obtenção de um POSEI mais abrangente, com mais verbas e de maior coesão”, assegura o deputado açoriano.

“Os programas POSEI devem evoluir para uma abrangência que inclua a investigação, os transportes, a diversificação agrícola, uma maior flexibilização das suas medidas e evite os sucessivos rateios nos apoios pagos aos agricultores”, refere António Ventura.

Para os social democratas, o artigo 349.º do Tratado “deve ser mais utilizado, dotando-se de alcance jurídico, institucional e politico para a devida integração das RUP’s, refletindo as dinâmicas da solidariedade e da subsidiariedade”, explicam.

Berta Cabral e António Ventura vão continuar a promover iniciativas “que tragam os Açores ao Parlamento Nacional, de modo a melhorar a qualidade de vida dos açorianos e das suas economias. É este o nosso compromisso”, asseguram.

segunda, 24 abril 2017 09:59

Caminhada pela Vida

Está agendado para o dia 30 de abril, pelas 16h30, uma caminhada pela vida no Capelo.

A concentração será no Porto do Comprido e as inscrições, que podem ser feitas no local, tem um custo simbólico de 3.5 euros para os adultos e 1,5 euros para as crianças que reverterão a favor do projeto de luta contra o Cancro “Um dia Pela Vida”. 

No final da caminhada será oferecido um lanche aos participantes.

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