Tribuna das Ilhas

O peditório da AMI a nível nacional vai decorrer de 1 a 4 de Junho, mas por impossibilidade da delegação da Terceira e do núcleo do Faial aqui vai acontecer de 4 a 7 de Maio. A informação foi avançada por Reneé Amaral , Coordenadora da AMI-Núcleo da Horta, que nos esclareceu que “este peditório assenta essencialmente no recrutamento de jovens e de pessoas com mais disponibilidade”. Vamos fazê-lo à imagem dos anos anteriores, colocar alguns cofres espalhados pelo comércio local, e durante o fim-de-semana iremos fazer o peditório de rua, que decorrerá nas artérias da cidade, para dar a conhecer a nossa instituição e para as pessoas perceberem o que estamos a fazer e o que podemos oferecer.” Decorrerá em simultâneo nalguma superfície comercial, que normalmente é no Fayal Kompra, a quem realmente temos de agradecer o espaço e pronta disponibilidade. A AMI surgiu já há 10 anos a esta parte na ilha do Faial, “através da doutora Fernanda Mendes que foi Delegada da AMI em Ponta Delgada. Conhecemo-nos no mundo da política, inicialmente como Deputada, e mais tarde como Secretária Regional da Saúde, e sendo minha conhecida, convidou-me para fazer parte e ficar a coordenar o núcleo da Horta.” Renée Amaral diz à nossa reportagem que aceitou este desafio de coordenar este grupo aqui no Faial porque tinha uma “vontade de ajudar e estar mais próxima das pessoas que têm mais necessidade”. Como qualquer percurso sobretudo numa associação sem fins lucrativos há altos e baixos, a responsável diz que “gostava de ter mais recursos, mais possibilidades de chegar as pessoas que nos procuram. Recursos financeiros, recursos humanos toda uma serie de recursos que são necessários para manter estas estruturas de pé e de forma mais presente”. A AMI não tem sócios, tem voluntários, “contamos sempre com um núcleo que é constante e assíduo que anda á volta das 6 pessoas. É com eles que eu conto para fazer os peditórios, fazer o atendimento ao fim – de – semana, realizarmos feiras, palestras, entre outras ações”. De acordo com Renée Amaral , “nós estamos próximos das escolas, procuramos dar alguma formação e sensibilização sobre os pilares em que assenta a AMI. Para além disso, em parceria com a Câmara Municipal da Horta fazemos reciclagem de material: pilhas, acumuladores, raio X e tinteiros”. Para além da doação de material escolar, de vestuário e de alimentos, a AMI tem uma ligação á Segurança Social, que identifica as pessoas e as encaminha até nós “de forma a podermos satisfazer as suas necessidades”, sublinha. Numa sociedade que existem instituições deste género, e em que as solicitações são frequentes, Renée considera “que as pessoas são muito solidárias. Não há ninguém que não ajude, não há ninguém que não tente auxiliar o mais carenciado. O nosso problema é efetivamente arranjar pessoas que estejam disponíveis para se associarem à nossa causa, de arranjarem um tempo disponível da vida delas para irem para a rua, para fazerem campanhas de sensibilização, fazerem os peditórios, mas se formos ao encontro dessas mesmas pessoas e pedirmos um apoio para a família A, B ou C, aí sim, conseguimos ter sempre um feedback bem positivo.” Sobre o que poderá estar na origem dessa falta de aproximação, a responsável diz que sente que ainda há um desconhecimento por parte da população sobre o que é a AMI e quais as suas funções e onde intervém. “Acho que a Assistência Médica Internacional está muito ainda com aquele cunho que é uma fundação muito direccionada para o exterior, por isso mesmo é importante levarmos cada vez mais a nossa fundação às pessoas para que percebam que estamos aqui e que nos podem sempre pedir auxilio, e nós claro que vamos auxiliar sempre que nos for possível”, remata. Questionada sobre o que a move neste movimento, Renée afirma ao Tribuna das Ilhas que “o que me faz continuar é efetivamente perceber que ainda há pessoas que estão a precisar de nós e enquanto for possível darmos alguma coisa, enquanto for possível estar aqui e ver uma criança sair da nossa sede sorrindo porque leva material escolar, uma mãe que leva um fato de treino, umas sapatilhas ou umas chuteiras porque os miúdos têm necessidade desse material, é para nós motivo mais do que suficiente para pensar que temos de continuar.”

Decorreu de 13 a 15 de Abril, em São Miguel, o XI International Football Tournament no qual participou a equipa do FSC com a sua equipa de benjamins.
Durante este torneio o Clube União Micaelense homenageou o Dr. Carlos Pacheco Arruda, indicando-o como Patrono do 11th International Football Tournament - Azores U11.
A Equipa do FSC participou integrada no Grupo C deste torneio e defrontou o Taboeira, o Desportivo de São Roque e o Rabo de Peixe.
A equipa da Alagoa, orientada por Tomás Duarte, foi composta por Vasco Picanço, Miguel Nóbrega, Miguel Silva, David Moimeoux, Afonso Xavier, Daniel Moimeoux, Artur Matos, Gonçalo Oliveira, Tiago Campos, Gabriel Gonçalves, Simão Dias, Noe Borges, Guilherme Mendes, Manuel Bettencourt e André Castro.
Em termos desportivos os Verdes da Alagoa ficaram no 14.º lugar mas, e de acordo com o Treinador Tomás Duarte, “correu tudo muito bem, os miúdos vieram cheios e energia e revigorados para a prática desportiva. Foi uma experiência muito enriquecedora, quer em termos desportivos, quer em termos pessoais. Tentámos transmitir valores como a partilha, o companheirismo e a entre ajuda nos atletas e isso foi plenamente atingido”.
“Organizar esta viagem só foi possível com a colaboração dos pais, do clube da CMH. Envolver os pais neste trabalho foi algo muito positivo e benéfico para a união da equipa. É, sem dúvida, uma mais valia para clube”, frisou o treinador.
Tomás Duarte enalteceu ainda o trabalho levado a cabo pela organização, “iniciativas como esta são apostas ganhas na promoção e no desenvolvimento do desporto açoriano”.
 

quinta, 20 abril 2017 14:06

CMH apresenta projeto para a Frente Mar

São cerca de 10 milhões de euros que a Câmara Municipal da Horta, vai investir até 2022, na obra de requalificação da frente-mar da cidade, obra que considera prioritária para o futuro do concelho.
A informação foi avançada pelo presidente da CMH, José Leonardo Silva, que disse ainda "este projeto representa uma mudança de paradigma. Queremos projetar a cidade para os próximos 50 anos", sublinhou o presidente da autarquia em conferência de imprensa para apresentação do projeto final.”
A obra, que contempla a requalificação de cerca de uma dezena de artérias citadinas, a construção de um jardim junto ao mar e a criação de parques de estacionamento, foi aprovada por unanimidade em reunião de Câmara.
"Este foi o projeto que teve maior discussão em todo o concelho", destacou o presidente da CMH, recordando que cerca de "um milhar de pessoas" se pronunciaram sobre a obra, durante a fase de discussão pública do projeto, que foi lançado a concurso em 2012.
A obra, que será dividida em cinco fases, contempla intervenções em todo o litoral da cidade da Horta, englobando 42 projetos específicos de intervenção, com o intuito de requalificar a cidade e melhorar as acessibilidades.
"Esta obra permitirá criar mais emprego e dar um novo impulso à nossa economia", reforçou o autarca, garantindo que apesar da complexidade da intervenção prevista, os trabalhos vão arrancar "ainda este ano".
Um dos objetivos inicialmente propostos, quando foi lançado o estudo prévio de requalificação da frente-mar, era o de reduzir o tráfego de viaturas pesadas no centro da cidade, embora esse propósito estivesse dependente do arranque da 2ª fase da variante à Horta, que nunca avançou.
Confrontado com esta aparente contradição, José Leonardo Silva disse aos jornalistas que o objetivo de reduzir o trânsito de pesados mantém-se, mas garantiu que a Câmara da Horta "não vai esperar por ninguém", uma vez que "uma obra não invalida as outras".
As várias intervenções previstas até 2022 na frente-mar da cidade têm um custo aproximado de dez milhões de euros, contemplando intervenções em áreas geridas pelo Governo Regional e pela empresa pública Portos dos Açores, SA.
José Leonardo Silva frisou na ocasião que “esta intervenção vai decorrer desde a Igreja das Angústias até ao Parque Vitorino Nemésio. Queremos virar a cidade ao mar e vamos devolver os espaços às pessoas, tendo em linha de conta a mobilidade das mesmas. Queremos que as pessoas se sintam donas da sua cidade e da sua ilha”, acrescentou o edil focando ainda a importância dos cidadãos proprietários das moradias situadas junto das zonas intervencionadas reabilitarem também o seu parque habitacional.”


 

A Equipa “Juntos Fazemos Mais” vai promover no âmbito do projeto “Um Dia Pela Vida”, uma palestra e uma caminhada na freguesia dos Cedros.

Neste contexto, no próximo dia 28 de abril, pelas 20h30, o Polivalente dos Cedros será palco de uma palestra sobre a “Prevenção do Cancro” e “Atividades da Liga Portuguesa Contra o Cancro”.

No dia 29 de abril, terá lugar então a caminhada Solidária, com concentração pelas 15h00 no Adro da Igreja Paroquial.

A caminhada sai do Cabeço do Aica e segue até ao Cabeço da Vigia, no total de 8kms. No final haverá um lanche.

A iniciativa tem a colaboração da Junta de Freguesia dos Cedros e conta com apoio do Projeto “Um Dia pela Vida”.

 

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