A Humidade dos Dias de Luís Mesquita de Melo apresentado dia 22-Livraria Portuguesa de Macau

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O livro A Humidade dos Dias, da autoria de Luís Mesquita de Melo e com capa original de
Konstantin Bessmertny, será apresentado a 22 de Março, pelas 18h30, na Livraria Portuguesa de Macau.

A obra é a primeira editada pela CAPÍTULO ORIENTAL, agência literária e editora sediada em Macau e recentemente lançada, e terá apresentação de Sérgio de Almeida Correia. O lançamento está integrado na edição deste ano do Festival Literário de Macau – Rota das Letras.Sobre o livro A Humidade dos Dias é o primeiro livro de Luís Mesquita de Melo. Esta memória literária, fortemente ancorada aos Açores da juventude do autor, faz-se de pequenas e histórias e capítulos, circulares e carregadas dessa insularidade tão característica da escrita açoriana. Não faltam em A Humidade dos Dias breves incursões pela Ásia, onde Luís Mesquita de Melo há muito vive. O livro tem prefácio de Victor Rui Dores, professor, escritor e ensaísta; e posfácio de Ângela de Almeida, investigadora e escritora. Em Agosto, A H umidade dos Dias será apresentado na Horta, Faial,
durante a Semana do Mar, e posteriormente também em Lisboa.
Sobre o autor

Luís Mesquita de Melo nasceu na Horta a 4 de Janeiro de 1964. Frequentou o Liceu Nacional da Horta e licenciou-se em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa da Universidade Clássica. Em 1990 rumou ao Oriente tendo trabalhado em Macau no Gabinete para a Modernização Legislativa e como Assessor da Presidente da Assembleia Legislativa. Regressou a Portugal em 1997 para assessorar o então Ministro da Economia. Exerceu advocacia e voltou a Macau em 2005 para integrar o Grupo Las Vegas Sands. Continua na residir em Macau, exercendo como advogado/executivo de empresas ligadas à indústria do jogo e ao desenvolvimento de resorts integrados. É um entusiástico velejador. Foi sempre adiando a escrita, até agora.”São memórias soltas dos “dias antigos e atlânticos”: o “vapor de quinze”; a fruta fresca do Pico; o balcão da casa do avô Silveira; as vindimas; o táxi do senhor Celestino; a camioneta do Cristiano;as arcadas do Liceu; os bailes, as paixões e “os beijos a saber a amoras”; o cinema ao ar livre; o som das filarmónicas, das ganhoas e das cagarras; o sorvete da tarde; os bichos-da-seda; os amendoins doces vendidos pelo senhor Pavão; a “gargalhada ruidosa” do Guilherme Lima; o senhor Panas; o senhor Quaresma das lanchas, o Feijó, o Medeiros, o velho Gilberto, os navios no horizonte… (E tudo isto com música de fundo dos Supertramp, Doors, Procol Harum…).”
Do Prefácio de Victor Rui Dores

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