Bolieiro congratula-se com reforço do Fundo de Solidariedade da UE para regiões ultraperiféricas

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O presidente do PSD/Açores manifestou a sua “enorme satisfação” pela aprovação, no Parlamento Europeu, de uma proposta que reforça o financiamento para as regiões ultraperiféricas concedido ao abrigo do Fundo de Solidariedade.

“É uma excelente notícia para os Açores esta votação favorável do Parlamento Europeu à proposta do eurodeputado do PSD José Manuel Fernandes, que preconiza que as regiões ultraperiféricas passem a ter uma majoração dos apoios no âmbito do Fundo de Solidariedade da União Europeia”, afirmou José Manuel Bolieiro.

Segundo o líder social-democrata açoriano, “era uma injustiça que uma região ultraperiférica recebesse a mesma percentagem de apoios que uma qualquer região rica pelo impacto das catástrofes e desastres naturais”.

“Por mérito do trabalho do PSD/Açores, do deputado Bruno Belo e do eurodeputado José Manuel Fernandes, os Açores passarão a ter um reforço nas verbas deste fundo”, sublinhou.

Para José Manuel Bolieiro, “este é um excelente exemplo de como defendo que deve ser feita a atividade política: através de uma forma coordenada, eficaz e com um trabalho em equipa”.

“Só assim foi possível alcançar estes resultados tão positivos para a nossa Região”, disse.

A proposta de reforço de verbas para as regiões ultraperiféricas em caso de catástrofe surge no âmbito do relatório do eurodeputado do PSD José Manuel Fernandes, relativo à mobilização do Fundo de Solidariedade da União Europeia, que atribuiu um apoio de 8,2 milhões de euros aos Açores, na sequência dos prejuízos causados pela passagem do furacão Lorenzo.

No documento da autoria de José Manuel Fernandes, aprovado pelo Parlamento Europeu, é referido que as regiões ultraperiféricas “devem beneficiar de um reforço do financiamento concedido ao abrigo do Fundo de Solidariedade”.

“Um desastre natural numa região ultraperiférica – como é o caso dos Açores – tem um maior impacto social e económico do que em qualquer outra região europeia e, consequentemente, uma recuperação mais lenta”, refere o documento elaborado pelo eurodeputado social-democrata.

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