Cancelamentos aplicam-se a todos os voos e rotas e não só à Horta

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Na base da decisão de cancelamento de um voo programado está “uma boa prática de gestão, em que cada voo é encarado como uma unidade de negócio irrepetível”, explicou ao Tribuna das Ilhas o Presidente do Conselho de Administração da SATA, Luís Rodrigues. Atendendo às queixas que, das redes sociais aos partidos políticos, foram sendo feitas à SATA pelos cancelamentos de vários voos na ligação Lisboa/Horta/Lisboa nos últimos meses, o Tribuna das Ilhas quis ouvir as justificações e explicações da empresa.

O responsável máximo da SATA esclareceu que é necessário avaliar, para cada voo, a situação ao nível das reservas de lugares em comparação com os custos fixos do mesmo, “onde entram em linha de conta elementos como duração do voo, custos com combustível, com tripulações, taxas aeroportuárias e fundo de reserva para manutenção da aeronave, entre outros”.

Essa análise normalmente é feita entre o 40º e o 20º dia antes da data do voo. É em função dela que, explicou-nos Luís Rodrigues, é tomada a decisão de cancelar esse voo, e dar indicações ao “Call Center” da companhia para proteger os passageiros assegurando-lhes viagem no mesmo dia noutros voos, com a preocupação de que isso tenha o mínimo impacto possível, quer para os passageiros, quer para a própria SATA, nomeadamente ao nível da necessidade de suportar custos com alojamento e alimentação.

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