“Rabo de Peixe é um exemplo de civismo e cidadania para o país”, diz o Vice-Presidente do Governo

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DR/GACS
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O Vice-Presidente do Governo enalteceu, hoje, na Ribeira Grande, o exemplo da população de Rabo de Peixe pelo “extraordinário comportamento de civismo e exemplo de cidadania que deu aos Açores e ao país”, durante a implementação da cerca sanitária.

Artur Lima prestou homenagem àquela vila piscatória, onde frisou ser ele próprio neto de pescadores, destacando a permanente colaboração entre a Vice-Presidência e a população, designadamente, ao estabelecer uma parceria com dois sentidos, “com toda a colaboração do poder local e da solidariedade social”.

Artur Lima, que falava após reunir-se com o presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande e com o presidente da Junta de Freguesia de Rabo de, Peixe reafirmou que estas reuniões de trabalho visam uma aposta clara do Executivo na estreita colaboração com o poder autárquico e local.

A criação da Direção Regional para a Cooperação com o Poder Local na nova orgânica do Executivo significa, no seu entender, “a importância que este Governo quer dar e a colaboração que quer ter com o poder local, desde a Presidência da Câmara até à Junta de Freguesia, que é o poder mais próximo dos cidadãos”.

No que respeita à diminuição do número de beneficiários do Rendimento Social de Inserção, uma das diretrizes do Programa do XIII Governo, o Vice-Presidente foi perentório ao afirmar que “as pessoas têm de ser incluídas na sociedade” e que por isso, a nova Direção Regional da Promoção da Igualdade e Inclusão Social tem por objetivo “capacitar as pessoas para o mercado de trabalho”.

“Nós queremos diminuir o RSI criando oportunidades de emprego, novas oportunidades de emprego e capacitando os nossos jovens e as pessoas para terem o seu trabalho e o seu sustento”, evidenciou o governante.

Este é um processo, admite o Vice-Presidente do Governo, que tem de ser planeado com objetivos, e avaliado com muito rigor e objetividade.

Na sua perspetiva, o RSI deve ser “um modo de ajuda transitória às pessoas e é obrigação do Governo capacitar as pessoas para que possam integrar a sociedade e serem cidadãos com os seus empregos e as suas famílias, onde possam ser também felizes e não dependentes dos outros”.

Quanto os apoios às famílias com carências, Artur Lima revelou que atualmente está articulado, tanto com as autarquias, como com as juntas de freguesia e a segurança social, “um sistema em que as pessoas são identificadas e onde não haja a duplicação de apoios, garantindo assim, que os apoios cheguem a quem mais precisa”, sublinhou.

O Vice-Presidente frisou a intenção de “delegar o poder e a responsabilidade até ao nível mais próximo das pessoas, em que todos se articulem uns com os outros, para não haver desperdício de meios e que se possa atender a toda a gente”.

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