Re(descoberta): Abraçar o desconhecido

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Carolina Silveira

Dia 15 de setembro de 2019 embarco numa aventura, arrisco-me a dizer até agora a mais diletante de todos os tempos ao longo do meu percurso.

Parto numa aventura fora da ilha e longe de tudo o que sempre conheci. Parti para o desconhecido em busca do meu sonho e abracei este novo desafio com grandes expetativas recheadas de grande ansiedade e curiosidade. Creio que sempre que alguém está perante ou na iminência de algo que não conhece sente ansiedade, stress e medo do desconhecido.

Viver numa ilha pequena, calma e no aconchego da família e amigos faz-nos sentir seguros e sair do conforto de casa desperta-nos um misto de sentimentos. Encontrava-me na expectativa, sem saber com o que me iria deparar, com receio de não conseguir dar resposta às situações ou advertências que pudessem surgir. A fasquia de nervosismo era considerável nesta nova etapa, onde um grande itinerário se aproximava cada vez mais, a licenciatura, a marca para um futuro próximo na qual embarcava sozinha, longe do conforto e dos cuidados da família que são tão aconchegantes.

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