Antes das eleições, o Faial era uma ilha em estado de urgência permanente.
Falava-se, finalmente, do que realmente importa: o Aeroporto da Horta — permanentemente com limitações e que continua a ostentar o título de “internacional” apesar de mal conseguir ver aviões levantar voo com todos os passageiros e respetiva bagagem — e do Porto da Horta, esse gigante adormecido que já teve mais importância do que hoje, mas que parece condenado ao esquecimento, enquanto a chamada economia azul vai ficando por rascunhos e intenções.
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