A Câmara Municipal da Horta aprovou, por unanimidade, na reunião camarária
extraordinária realizada esta manhã, o projeto de Regulamento de Gestão da Zona de
Expansão do Parque Empresarial da Horta.
“Esta medida cumpre grandes objetivos desta governação municipal. Por um lado,
promove desenvolvimento económico e social na ilha do Faial, e, em simultâneo, contribui
para a renovação e dinamização do nosso tecido empresarial, estimulando o
empreendedorismo e a criação de emprego e, por esta via, gerando riqueza e reforçando a
capacidade de fixação da população no concelho”, afirma o Vice-Presidente da Câmara
Municipal da Horta.
Para Carlos Morais, a expansão do parque empresarial da Horta, enquanto espaço de
acolhimento e agrupamento de atividades económicas, “é fundamental para promover
alianças estratégicas e também para o desenvolvimento e consolidação de redes de
cooperação empresarial, permitindo que as interligações económicas sejam dinamizadas
pela proximidade geográfica e apoiadas por uma base social comum”, frisou.
Traduzida em 29 lotes na Zona Industrial de Santa Bárbara, na freguesia das Angústias –
compreendendo os lotes 37 a 64 – o responsável municipal pela área económica avançou
que “a expansão do parque empresarial da Horta tem o objetivo estratégico de dinamizar e
potenciar a criação de valor para a economia local, tornando-a mais competitiva e com
melhores condições de atratividade do investimento empresarial e de assegurar o
ordenamento e desenvolvimento territorial”.
Com o projeto de regulamento agora aprovado, a Câmara Municipal da Horta pretende
estabelecer regras e critérios a que devem obedecer os procedimentos de cedência de lotes
na referida Zona de Expansão, bem como as regras de gestão e funcionamento aplicáveis
nesses espaços, salvaguardando a instalação de zonas comuns, tendo como base os
objetivos de prestação de um serviço de qualidade aos seus utentes e proporcionar a
criação de ambiente acolhedor ao investidor.
O projeto de regulamento será publicado em Diário da República, para apreciação e
discussão pública, pelo período de 30 dias, e posteriormente será submetido à Assembleia
Municipal.













