Carta dos enfermeiros ao Pai Natal

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Salomé Matos

Permitam me enquanto enfermeira dedicar o texto deste artigo, numa época propicia a balanços, a uma breve sumula relativa à cronologia do (des)congelamento das progressões/valorizações remuneratórias da carreira de enfermagem por acreditar que esta pretensão há muito que fazia parte da sempre atual Carta ao Pai Natal.

Na senda da lei de 2005 que determinou a não contagem do tempo de serviço para efeitos de progressão nas carreiras de todos os funcionários e agentes do Estado, Carlos César, já em plena campanha para o que viria ser o seu último mandato, anuncia na Região Autónoma dos Açores (RAA) que os funcionários da Administração Pública Regional (APR), teriam o tempo de serviço reposto, (2004/2008) sendo que a relevância do tempo de serviço só se aplicaria na data da transição para as novas grelhas.

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