Castelo Branco – Placa toponímica homenageia Casimiro Gonçalves

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Casimiro Gonçalves foi imortalizado na toponímia faialense na passagem dos 34 anos do seu falecimento.
O nome de Casimiro foi atribuído à urbanização do Lameiro, onde se situa a sede da Junta de Freguesia de Castelo Branco, onde durante vários anos exerceu as funções de presidente da autarquia.

A memória de Casimiro Gonçalves foi perpetuada com uma placa toponímica na rua da urbanização do Lameiro, em Castelo Branco, onde se situa a sede da Junta de Freguesia, no dia em que perfizeram 34 anos do seu falecimento.
A cerimónia de descerramento da placa toponímica de homenagem, contou com a presença dos familiares de Casimiro Gonçal-ves, dos órgãos executivos e instituições da freguesia que se referiram a ele como “um albicastrense de bem”.
Casimiro Gonçalves sempre foi uma pessoa empreendedora, que construiu vários negócios na área do setor primário, onde, em épocas de grande pico de produção, chegou a ter 50 pessoas a trabalhar para si.
O homenageado deu também o seu contributo à sociedade exercendo durante vários anos as funções de presidente da Junta de Freguesia de Castelo Branco.
De salientar ainda que, em novembro de 1949, pelo então Ministro do Interior, foi atribuído a Casimiro Gonçalves o galardão de Oficial da Ordem de Benemerência.
Na ocasião, José Leonardo Silva, presidente da Câmara Municipal da Horta lembrou que Casimiro Gonçalves, apesar de ser natural de São Pedro de Óbidos, viveu a maior parte da sua vida na freguesia de Castelo Branco.
Segundo o autarca “Casimiro Gonçalves é também exemplo de homem dinâmico, que independentemente da atividade que teve achou relevante contribuir para a construção e desenvolvimento da freguesia que escolheu para viver. Em Castelo Branco esteve à frente dos destinos da Junta de Freguesia e ficou ligado a várias concretizações, como a construção de dois polos habitacionais de relevo: bairro da Carreira e da Lombega e a introdução de água canalizada na freguesia”.
Para o Presidente da Câmara Municipal da Horta “a sua história merece ser contada às novas gerações, que precisam de exemplos destes no sentido de serem orientadas para uma cultura de sucesso”.
José Leonardo Silva entende ainda que, com base nos exemplos como os de pessoas como Casimiro Gonçalves, “é sempre possível fazer mais em setores chave da nossa economia, como a agricultura, e de forma geral no setor primário. Temos margem de crescimento e bons exemplos de projetos que têm tido bons resultados e que favorecem a eco-nomia da nossa ilha a vários títulos.”

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