“É preciso mais trabalho técnico para acordar todos estes detalhes, e vamos voltar ao assunto em discussões futuras”, resumiu.
À entrada para a reunião, Centeno sublinhara a necessidade de o futuro instrumento orçamental para promover a convergência e competitividade na área do euro começar a ganhar forma, para o Eurogrupo ter “uma proposta fechada em junho” para apresentar aos chefes de Estado e de Governo.
Mário Centeno explicou que ficou decidido dividir a discussão sobre o orçamento próprio para a zona euro em “três partes”, a primeira das quais sobre “quais são os instrumentos e como é que eles são desenhados”, que teve lugar hoje, mas deverá então prosseguir em reuniões a nível técnico.
Em abril discutir-se-á então “a questão da governação do orçamento”, e só depois, “no final do semestre”, será debatida a questão do financiamento, ou seja, a dimensão do envelope orçamental, completou.
Em dezembro passado, Centeno recebeu um mandato dos chefes de Estado e de governo da zona euro para trabalhar numa proposta de uma capacidade orçamental própria para a convergência na zona euro, há muito defendida pelo Governo português, e que é suposto ser apresentada em junho de 2019.

















