Combate às Desigualdades e às Alterações Climáticas são prioridade para o Partido Socialista

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A candidata do PS/Açores às Eleições Legislativas nacionais do próximo dia 6 de outubro destacou, esta quarta-feira, dois dos desafios estratégicos definidos pelo Partido Socialista no programa eleitoral com que se apresenta às Eleições à Assembleia da República, nomeadamente o combate às desigualdades e a questão das alterações climáticas.

Isabel Almeida Rodrigues, que falava à margem de uma reunião com a administração da EDA, sublinhou, na ocasião, a importância da Tarifa Social de Eletricidade como medida de combate à exclusão: “foi pela ação do Governo do Partido Socialista, a partir de uma norma introduzida no Orçamento de Estado no ano de 2016, que passou a ser de acesso automático, significando que se garanta a estabilidade no tarifário às famílias mais vulneráveis e que vivem num contexto socioeconómico de maior dificuldade.

Em matéria de alterações climáticas, a candidata do PS/Açores destacou o notável trabalho desenvolvido pela EDA nas energias renováveis, sublinhando registar-se, neste momento, “um nível de penetração de 40%, que, com os investimentos previstos pela empresa atingirá os 60% dentro de quatro a cinco anos”.

“Há que garantir que o próximo Quadro Comunitário de Apoio atenda, através dos fundos que serão disponibilizados, aos investimentos a fazer nas renováveis e no armazenamento de energia”, afirmou Isabel Almeida Rodrigues, considerando a que nas negociações do anterior Quadro Comunitário, “o Governo liderado por Passos Coelho considerou as energias renováveis uma área de prioridade negativa”, o que levou à ausência de apoios para investimentos nas energias renováveis.

Nesse sentido, a candidata socialista sublinhou a importância das eleições do próximo dia 6 de outubro, como uma oportunidade de dar continuidade ao trabalho desenvolvido, “mantendo a estabilidade governativa que temos e mantendo na República alguém que entenda estes problemas bem como as especificidades da Região”.

“Importa que a 6 de outubro as pessoas vão às urnas, que entendam a importância de exercer o direito de voto como direito fundamental que lhes foi concedido pelo sistema democrático depois de décadas de luta, como oportunidade de escolherem aquilo que querem para o futuro do País”, o que, no caso da candidatura do PS se traduz na “continuidade do clima de confiança, que nos credibiliza perante os nossos parceiros internacionais, ao invés do retrocesso a um clima de instabilidade, de desesperança e de desconfiança”, afirmou a candidata do PS/Açores.

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