Construção do Novo Centro de Paralisia Cerebral dos Açores traduz aposta do PS/Açores nas respostas sociais

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DR/PS
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Os candidatos do PS/Açores às eleições legislativas de 25 de outubro destacaram a importância do Centro de Paralisia Cerebral dos Açores que vai ser construído, através de uma parceria entre o Governo dos Açores e a Associação de Paralisia Cerebral de São Miguel, representando um investimento de 4,6 milhões de euros, em mais uma importante resposta de âmbito social.

“As novas instalações, cujo projeto está já em fase de licenciamento, vão permitir assegurar um conjunto de respostas, em diferentes áreas de intervenção e de reabilitação deste tipo de necessidade especial, em que as equipas de forma complementar e multidisciplinar trabalharão desde a fisioterapia, à terapia da fala e outras terapêuticas que são muito importantes para que estas crianças, estes jovens e estes adultos sejam o mais autónomos possível”, sublinhou Célia Pereira.

Depois da reunião, realizada esta quinta-feira, com a Associação de Paralisia Cerebral de São Miguel, a candidata do Partido Socialista recordou a importância do trabalho desenvolvido pela Associação, “que conta já com 15 anos de atividade, que dá, atualmente, resposta a 33 pessoas com paralisia cerebral, de diferentes idades e com diferentes graus de incapacidade, que integra diferentes valências e respostas, nomeadamente no Centro de Atividades Ocupacionais e no Centro de Atendimento, Acompanhamento e Reabilitação Social para Pessoas com Deficiência e Incapacidade”.

Para Célia Pereira, a reunião permitiu “partilhar as preocupações da direção, nomeadamente, com o futuro destas crianças e jovens e com a importância de que as diferentes entidades públicas e privadas, desenvolvam em articulação e rede respostas que se complementam e que permitam que estas pessoas sejam o mais participativas na esfera da vida pública, podendo usufruir do acesso à educação, ao desporto, ao lazer e turismo e ao emprego, assim como também à habitação”.

Esclarecendo que como “nem todas as pessoas com paralisia cerebral são cadeirantes, é possível que, quando se faz uma intervenção precoce, muitas pessoas ganhem autonomia e possam, portanto, ter uma vida pública mais ativa, com sucesso escolar e com a possibilidade de ingressar no mercado de trabalho, através do emprego apoiado”.

Para o futuro, Célia Pereira defende que é “preciso também, na Região, construir mais respostas ao nível da integração no mercado de trabalho e criar uma equipa especializada, que intervenha na Região, de forma descentralizada para assegurar o diagnóstico, nomeadamente em idade precoce, para assegurar o acompanhamento e assistência à família e às crianças”.

Os candidatos do PS/Açores, que já reuniram com a Associação de Pais e Amigos de Crianças Deficientes do Arquipélago dos Açores, com o Comissariado dos Açores para a Infância, com a Associação Novo Dia, com a ARRISCA, com a Casa do Povo de Rabo de Peixe e com as Santas Casas de Vila Franca do Campo, da Ribeira Grande da Lagoa, vão prosseguir com os contactos de proximidade com instituições desta natureza.

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