Atualmente, esses cidadãos também beneficiam de almoços e jantares aos domingos, o que até ao surto epidemiológico de SARS-CoV-2 não acontecia, e recebem ainda outros bens para o pequeno-almoço.
O subsídio excecional à paróquia visa, por isso, garantir a continuidade do serviço que, embora funcionando graças ao contributo técnico e logístico de voluntários e aos donativos financeiros e em géneros de privados e empresas, se processa agora em regime de ‘take-away’ por uma questão de segurança sanitária, o que implicou “um significativo acréscimo” dos custos de transporte e de embalagem.
“A paróquia de Espinho reforçou, desde o primeiro momento da pandemia, o apoio que já prestava à comunidade, nomeadamente aos sem-abrigo. Redobrou e uniu esforços internos e externos, integrando no seu trabalho elementos que fazem parte dos grupos de jovens das paróquias de Anta e Silvalde”, disse fonte da autarquia.
A Câmara diz que, em articulação com a rede social do município, essa equipa vem prestando “um relevante serviço humanitário e social à população mais vulnerável e carenciada do concelho”, e quer assim assegurar-lhe condições para manter o que considera “uma missão de solidariedade inestimável”.
O novo coronavírus responsável pela presente pandemia de covid-19 foi detetado na China em dezembro de 2019 e já infetou mais de 4,7 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais mais de 316.000 morreram. Ainda nesse universo de doentes, mais de 1,7 milhões foram já dados como recuperados.
Em Portugal, onde os primeiros casos confirmados se registaram a 02 de março, o último balanço da Direção-Geral da Saúde (DGS) indicava 1.231 óbitos entre 29.209 infeções confirmadas. Desses doentes, 628 estão internados em hospitais, 6.430 já recuperaram e os restantes convalescem em casa ou noutras instituições.
















