Se há coisa que eu não entendo é quando os políticos se esquecem do que é que os seus cidadãos gostam ou tomam atitudes paternalistas em relação a isso. Se queremos que as pessoas adiram às prioridades estratégicas de uma unidade geográfica, essa unidade geográfica deve tentar entender como poderá comunicar com os seus cidadãos. Dado o perigoso distanciamento dos cidadãos em relação à política e, por inerência, à democracia, penso que está no momento de agir de forma revolucionária. Temos que pensar, como se costuma dizer, “fora da caixa”.
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