Aos 23 anos André Costa está pela principal potência económica europeia a iniciar
a sua caminhada no doutoramento em Neurociências. Após uma estadia de cinco anos na
Universidade de Dundee, no país mais a norte do Reino Unido, continua a sua busca pela
compreensão do funcionamento do cérebro humano.
Enquanto por cá residia a natação – que lhe deu o núcleo duro das suas amizades na ilha, mesmo cinco anos depois -, o teatro e a dança ocupavam o seu tempo extra-escola.
O interesse pela doença de Alzheimer é um dos propulsores que o levaram além-fronteiras, tentando submergir no mundo dos neurónios esperançoso de um dia ajudar-nos a todos a lidar com a máquina que nos faz ser humanos.
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