Fez precisamente ontem 100 anos da assinatura do acordo internacional que juntou na Horta quatro das maiores companhias de telecomunicações da época para partilhar um conjunto de edifícios, a “Fayal Joint Station”, um polo estratégico das comunicações mundiais durante o século XX.
Quarenta anos depois do encerramento das companhias de cabo submarino no Faial, nascia um movimento cívico com o objetivo de preservar esta memória histórica através da criação do Museu dos Cabos Submarinos.
Apesar de todo o trabalho desenvolvido ao longo dos anos e das propostas apresentadas às entidades regionais por este grupo, o projeto continua sem avançar e parte significativa do seu património permanece ainda por classificar.
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