Também hoje o Bloco de Esquerda (BE) sublinha, no pedido de apreciação parlamentar que hoje entregou na Assembleia da República, que este modelo vai criar “situações de ultrapassagem de professores com mais tempo de serviço por outros com menos tempo de serviço”.
A FENPROF entende que é “lamentável” que o Partido Socialista, “que recomendou ao governo (…) a contabilização de todo o tempo de serviço cumprido pelos professores” agora “apoie o roubo de tempo de serviço perpetrado pelo Governo”.
“Este decreto-lei é injusto e desrespeitador dos professores, da Lei do Orçamento do Estado e da Assembleia da República”, lê-se no comunicado da FENPROF.
Para os sindicatos dos professores, o tempo a descongelar são nove anos, quatro meses e dois dias, o único ponto que não admitem negociar e o qual não permitiu chegar a acordo com o Governo.
No dia 23 de março, a Fenprof tem agendada uma manifestação no Marquês de Pombal, em Lisboa, e seguirá para o Terreiro do Paço, com a promessa de que “não abdicarão de um só dia do seu trabalho”.

















