Fim à vista nas ligações aéreas da Horta, Pico e Santa Maria com Lisboa?

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A partir de abril poderá deixar de haver voos diretos de Lisboa para o Pico, Horta e Santa Maria e do Funchal para Ponta Delgada e vice-versa.” A primeira mão desta notícia foi avançada pelo jornal Expresso, na passada 6ªfeira. Aquele semanário de referência nacional, adiantava que o Ministério das Finanças não tem estado “disponível para libertar a verba de compensação para o cumprimento das obrigações de serviço público (OSP)” e que a SATA estava “de mãos atadas” e impedida de continuar a assegurar aquelas rotas porque “a companhia aérea açoriana está impedida de fazer voos deficitários” no contexto da negociação das ajudas de Estado determinadas por Bruxelas. As consequências desta situação serão gravosas para os açorianos daquelas ilhas, pois passageiros e carga “terão de pousar em S. Miguel e a partir daí seguir para as respetivas ilhas, ficando dependentes dos seis aviões que a SATA tem para os voos inter-ilhas.”

As reações

O Grupo do Aeroporto da Horta foi o primeiro a reagir à notícia em Comunicado colocado na sua página do Facebook. Nesse Comunicado, o Grupo, “devido à gravidade da situação” solicita “esclarecimentos adicionais”, adianta que a situação de “eliminação de compensação monetária às rotas OSP vem de 2015” e relembra a dualidade de critérios que leva o Governo da República a pretender tomar esta medida para os Açores e, ao mesmo tempo, atribui 10 milhões de euros por quatro anos com Obrigação de Serviço Público à rota aérea Bragança, Vila Real, Viseu, Cascais e Portimão, concluindo que “nós não temos comboios, autocarros ou autoestradas para nos deslocarmos para fora da Região.”

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