Ganhos em saúde conseguem-se pela qualidade das abordagens e do conhecimento dos profissionais, afirma Diretora Regional

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A Diretora Regional da Prevenção destacou hoje, em Ponta Delgada, a importância de melhorar os níveis de informação e conhecimento e assegurar o desenvolvimento de competências técnicas que permitam aumentar a qualificação e a especialização dos profissionais.

“Esta ação pretender reforçar o conhecimento dos modelos de tratamento em comportamentos aditivos e dependências, os instrumentos de trabalho e as respostas disponíveis e normalizadas existentes”, frisou Suzete Frias, que falava na abertura de uma ação de formação que se prolonga até sexta-feira.

A Direção Regional de Prevenção e Combate às Dependências, em parceria com o SICAD, promove a realização desta formação com dois módulos, abrangendo ‘Modelos de Tratamento’ e ‘Intervenção Precoce, Instrumentos de Rastreio e Intervenções Preventivas em Comportamentos Aditivos e Dependências’.

Relativamente ao tratamento, pretende-se que os participantes adquiram conhecimentos e competências sobre os processos e modelos de tratamento em comportamentos aditivos e dependências e fiquem a conhecer as condições e formas de aplicação dos conhecimentos baseados na evidência, nos diferentes contextos em que decorre o tratamento.

No que respeita à intervenção precoce, instrumentos de rastreio e intervenções preventivas em comportamentos aditivos e dependências, o objetivo é compreender a interação e influência entre os fatores de risco e de proteção, capacitando os profissionais para a intervenção junto dos jovens e para abordagens na área do desenvolvimento de comportamentos de aditivos, vinculação familiar, escolar e social, influência dos pares,  vulnerabilidade e  resiliência.

“Pretende deste modo dotar também os profissionais de competências operacionais para a aplicação de instrumentos de rastreio e avaliação para uma intervenção o mais precoce possível neste âmbito”, referiu a Diretora Regional.

Esta formação, que conta com cerca de sete dezenas de formandos, oriundos de diversos serviços, como Equipas de Intervenção em CAD (USI e IPSS), autarquias, hospitais, Centros de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil e ISSA, aborda assim as respostas disponíveis que assentam em diversos recursos preventivos e terapêuticos, sempre sob o princípio da centralidade do cidadão, atendendo às necessidades, aos recursos pessoais e familiares e ao prognóstico, independentemente do objeto de dependência.