Antes de outubro de 2023, o conflito israelo-palestiniano tinha-me chamado a atenção em 2021, quando acções de Israel na Cisjordânia levaram a protestos palestinianos que provocaram centenas de feridos e mortos palestinianos e ataques do Hamas contra Israel. Tendo crescido a ler thrillers de autores como Daniel Silva, protagonizados por agentes da Mossad, a misteriosa agência israelita que nos deu Krav Maga e o pai de Ghislaine Maxwell, o meu instinto era apoiar a causa israelita.
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