Governo define misericórdias dos Açores como “parceiras de ação social”

0
4
DR
DR

O presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, definiu as misericórdias da Região como “parceiras de ação social”, garantindo disponibilidade para serem atualizados os valores dos contratos-programa com as instituições.

“Quero saudar, em nome pessoal e em nome do Governo, o empenho e o brio destes dirigentes em se afirmarem como parceiros, organizados no sentido federativo, da Região”, sublinhou o governante.

José Manuel Bolieiro falava em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, no final de uma reunião com a direção da União Regional de Misericórdias dos Açores (URMA).

O atual Governo, lembrou Bolieiro, assumiu no seu Programa que esta é uma “matéria prioritária”, fundamental para uma “Região solidária com as pessoas na sua individualidade e com as famílias”.

Para além disso, em termos orgânicos, foram elevadas as questões relativas à Solidariedade Social, que estão agora sob a alçada da Vice-Presidência.

As intervenções das misericórdias em áreas como o combate à pobreza ou à solidão ou matérias de apoio no campo da Saúde foram enaltecidas por José Manuel Bolieiro, que deixou ainda a garantia de vir a analisar a atualização dos valores dos contratos-programa com as misericórdias açorianas.

“O Governo estará disponível para avaliar criticamente os níveis que atualmente são praticados de cooperação e as necessidades para fazer justiça a uma cooperação mais equilibrada, também sob o ponto de vista da racionalidade económica e financeira, através dos contratos de programa ou da situação económica que também envolve a atividade nessas áreas”, disse o Presidente do Governo.

E concretizou: “Estamos a fazer exatamente o encontro de posições e de verificação e naturalmente que, a partir daqui, e desde logo com a relação direta com o departamento da Vice-Presidência do Governo, que é responsável pela área de intervenção da solidariedade, serão dados os passos seguros e escrutináveis de todo este relacionamento e das disponibilidades orçamentais para o reforço destes apoios, com a racionalidade que se impõe colocar e com o sentimento da importância do reequilíbrio desta cooperação”.

O MEU COMENTÁRIO SOBRE ESTE ARTIGO