Governo dos Açores está empenhado em melhorar as condições de trabalho dos agricultores em todas as ilhas, afirma João Ponte

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O Secretário Regional da Agricultura e Florestas afirmou hoje, em São Miguel, que o Governo dos Açores está profundamente empenhado em melhorar as condições de trabalho dos agricultores em todas as ilhas, por exemplo através dos investimentos na modernização das infraestruturas agrícolas.

“Estamos a investir nas grandes bacias leiteiras, mas também em freguesias mais afastadas, com poucos agricultores, por entendermos que estes territórios, como todos os outros, devem proporcionar igualdade de oportunidades a todos os agricultores”, referiu João Ponte, frisando que “a ambição do Governo Regional é não deixar ninguém para trás”.

O governante, que falava na consignação da empreitada de beneficiação do caminho rural dos Arrebentões, nas Sete Cidades, concelho de Ponta Delgada, considerou que todo o investimento realizado na modernização de caminhos, no abastecimento de água e na eletrificação de explorações é, também, um sinal claro da confiança no futuro de um setor estratégico para a economia regional.

Para João Ponte, esta é uma obra que se justifica plenamente, desde logo, porque se trata de um caminho muito inclinado e de difícil manutenção, que é muito importante para os agricultores da freguesia e que vai proporcionar um novo acesso às Sete Cidades, bem como contribuir para minimizar a deposição de material sólido arrastado para a Lagoa das Sete Cidades em situações de forte pluviosidade.

O Secretário Regional da Agricultura e Florestas frisou também que, com a consignação desta obra, o Governo dos Açores dá mais um exemplo de cumprimento de um compromisso assumido com os agricultores, as suas organizações representativas e a Junta de Freguesia das Sete Cidades.

Esta obra, da responsabilidade da Direção Regional dos Recursos Florestais, representa um investimento superior a 561 mil euros, tem uma extensão de cerca de 1.230 metros e vai beneficiar duas dezenas de explorações agrícolas e florestais, numa área com 34 hectares de pastagem e floresta.

“Desta forma, continuamos a dar resposta aos problemas concretos dos agricultores, a contribuir para que tenham melhores condições de trabalho, melhores acessibilidades, a reduzir custos de produção e a capacitar, no fundo, todo o setor para os desafios do futuro”, frisou João Ponte.

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