Contada na primeira pessoa, esta história veio a público nas páginas deste jornal em 2018. Em poucos caracteres Jorge Diniz deu a conhecer uma das noites mais difíceis que teve enquanto sargento enfermeiro nos tempos da Guerra Colonial. Além disso partilhou com os leitores que o soldado que havia socorrido
a 24 de agosto de 1970 ainda estava bem presente na sua memória, assim como a sua preocupação em saber se ele teria sobrevivido ou não. Contudo, o mistério foi resolvido este ano e o encontro entre o sargento enfermeiro e o soldado ferido deu-se 54 anos depois de se terem cruzado pela primeira vez.
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