“A aplicação mostra as posições policiais e verificámos com o gabinete de cibersegurança e crime tecnológico de Hong Kong que foi usada para atingir e emboscar a polícia, ameaçar a segurança pública”, afirmou a Apple, segundo os ‘designers’.
A ex-colónia britânica é palco de uma crise política sem precedentes desde o regresso à China em 1997, com manifestações e ações quase diárias para protestar contra a erosão das liberdades e crescente interferência da China naquela região semi-autónoma.
A mobilização pró-democracia resultou em confrontos cada vez mais violentos e recorrentes entre polícias e manifestantes radicais, bem como em numerosos atos de vandalismo direcionados contra empresas acusadas de apoiarem Pequim.
A empresa norte-americana, devido a interesses empresariais na China continental, sempre se absteve de se posicionar sobre questões delicadas e, geralmente, cumpre as exigências de Pequim, removendo do país as aplicações consideradas inapropriadas.

















