Ilha das Flores ultrapassa 50% de produção de energia elétrica a partir de fontes renováveis em 2019

0
13
DR

A Diretora Regional da Energia revelou hoje que a energia elétrica obtida a partir de fontes renováveis nas Flores aumentou de cerca de 46%, em 2018, para cerca de 55% em 2019, considerando que se trata de “um importante marco para esta ilha, rumo à sua sustentabilidade energética”.

“Nas Flores, alcançámos resultados extraordinários de integração de fontes de energia renováveis, com um contributo da energia eólica que rondou os 6% e da energia hídrica com cerca de 49% do total da produção desta ilha”, destacou Andreia Carreiro.

Relativamente à energia geotérmica, sublinhou “a sua aposta para produção de energia elétrica, enquanto investimento estratégico da Região”, referindo que, nesse sentido, se pretende “maximizar a exploração deste recurso natural através da ampliação e saturação das centrais em São Miguel e na Terceira, aumentando, também por esta via, a energia obtida a partir de fontes limpas no arquipélago”.

A Diretora Regional referiu ainda que “estão em curso diversos projetos, como é o caso da construção de uma nova central hídrica nas Flores, da instalação de um parque fotovoltaico em Santa Maria e outro no Corvo, a par da implementação de sistemas de armazenamento de energia e de controlo da rede elétrica em Santa Maria, Terceira e São Miguel”.

Andreia Carreiro falava em Santa Cruz das Flores, numa sessão de sensibilização realizada no âmbito dos Encontros com a Eficiência Energética, que está a percorrer as nove ilhas promovendo o envolvimento de todos os Açorianos com a energia, nomeadamente as vantagens do Proenergia, mediante uma política de proximidade e de abertura.

A Diretora Regional esteve também presente na inauguração de um ponto de carregamento de veículos elétricos de acesso público em Santa Cruz das Flores, que passa a disponibilizar dois lugares reservados a veículos elétricos em carga, equipamento que resulta de um contrato de cooperação celebrado entre o Governo dos Açores e a Câmara Municipal.

O MEU COMENTÁRIO SOBRE ESTE ARTIGO