Estava bem longe de imaginar que o tema eleito para esta crónica, volvidos que estão quase cinco anos desde o dia em que, por opção própria, me demiti da administração da Associação para o Desenvolvimento e Formação do Mar dos Açores (ADFMA), responsável pela Escola do Mar dos Açores, fosse ainda hoje assunto para ocupar este cantinho, que tanto prezo, neste jornal que tão bem me acolhe. Mas, infelizmente, porque uma mentira – ainda que repetida até à exaustão – não pode nunca ser proferida como verdade, considerando a insistência dos “pseudo-especialistas” que, mesmo desconhecendo o assunto, insistem em discorrer sobre o mesmo, importa tanto hoje, como ontem, e todas as vezes que forem necessárias, voltar ao tema.
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