Por: Miguel Judas
Sem estar para aqui com falsas modéstias, devo ser um dos continentais que melhor conhece os Açores. Já fui muitas vezes a todas as ilhas e em todas tenho amigos, mas em nenhuma tantos como no Faial. Aliás, já perdi a conta ao número de vezes que já visitei a ilha, mas a última vez que contei já tinha ultrapassado as 30. E tudo isso se deve a um telefonema, algures no início de 2014, de um vigilante da natureza de seu nome Dejalme Vargas, que no ano anterior me tinha acompanhado numa caminhada pelo Parque Natural do Faial.
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