Lara Martinho questionou Autoridade Marítima Nacional sobre operação de segurança balnear na Região

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Atendendo à realidade dispersa e extensa do arquipélago dos Açores, a deputada socialista à Assembleia da República, Lara Martinho, questionou o Vice-almirante Diretor Geral da Autoridade Marítima Nacional e Comandante-geral da Polícia Marítima sobre a preparação para a abertura da época balnear e o reforço da segurança, vigilância e assistência a banhistas prevista para a Região.

Sublinhando que este verão representa um verdadeiro desafio quer para a Autoridade como para a Polícia Marítima, a vice-presidente do GPPS lembrou que, no caso dos Açores, existem “seis Comandos Locais da Polícia Marítima (Angra do Heroísmo, Ponta Delgada, Praia da Vitória, Flores, Horta e Vila do Porto) e seis Capitanias”, distribuídas por nove ilhas e mais de 2 300 km quadrados de território.

Nesse sentido, a parlamentar questionou sobre a forma como está a Autoridade Marítima Nacional a coordenar a operação de segurança balnear na Região, bem como sobre a dimensão do dispositivo previsto para o arquipélago, perguntando assim se o mesmo será reforçado durante este período.

Em resposta, o Vice-almirante Luís Carlos de Sousa Pereira referiu que o dispositivo para os Açores é constituído por “63 Polícias Marítimos, 13 tripulantes de estação salva-vidas e nove militares, num total de 85 elementos”, a que acrescem ainda “18 meios terrestres e 32 meios náuticos”.

Sobre a forma como está a ser preparada a época balnear, o responsável pela Autoridade Marítima Nacional referiu que apesar de terem a responsabilidade primária sobre esta questão, “este ano atípico, com a necessidade de articular uma série de entidades, pressupõe que nós tenhamos um conjunto de medidas que começam logo na disponibilização de informação ao cidadão e, portanto, vamos ter várias entidades a trabalhar”, referiu, acrescentando ainda ser nesse sentido que “os Capitães de Portos têm, desde o princípio, reunido com as autarquias, com as forças de segurança, com a Proteção Civil”, a fim de se ver qual a melhor forma de articular os meios que estão no terreno.

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