O comandante da Marinha Mercante Lizuarte Machado, especialista em transportes marítimos, considerou na passada semana infundados e contraditórios alguns relatórios feitos na sequência de quatro acidentes, um deles mortal, em que rebentaram estruturas de amarração em portos açorianos.
O também deputado socialista foi ouvido na passada semana em Ponta Delgada, após lhe ter sido levantada imunidade parlamentar, na comissão de inquérito ao transporte marítimo de passageiros da Assembleia Legislativa, criada para analisar investimentos públicos e apurar responsabilidades políticas nos acidentes de 2014 na Horta, em São Roque do Pico e na Madalena do Pico.
O comandante referiu que alguns estudos são “um misto de arranjinhos e falta de conhecimentos técnicos”, deixando fortes críticas aos documentos do Gabinete de Prevenção e de Investi-gação de Acidentes Marítimos (GPIAM), da Rinave – Registo Interna-cional Naval e do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL).











