Movimento Faial sem beatas – Terceira ação de sensibilização decorreu na Praia do Almoxarife

0
79
DR

DR

A terceira ação do movimento Faial sem beatas decorreu no passado sábado na Praia do Almoxarife.
Segundo a extensão faialense do movimento Portugal sem beatas estas iniciativas têm como objetivo sensibilizar a população do Faial, assim como os visitantes à ilha, a não deitar para o chão as beatas de cigarro.

Depois da Praia de Porto Pim e da Praia da Conceição, foi a vez da Praia do Almoxarife receber mais uma ação do movimento Faial sem beatas.
O Faial sem beatas, extensão faialense do movimento Portugal sem beatas, levou a efeito no passado sábado dia 8 de setembro a sua terceira incitativa de combate às beatas na ilha do Faial.
“A primeira iniciativa teve a participação de mais de duas dezenas de voluntários, que contribuíram para deixar a Praia de Porto Pim com menos 2421 beatas”, revelou o movimento numa nota enviada à nossa redação, revelando ainda que a “segunda iniciativa contou com 11 voluntários, que recolheram 2364 beatas na Praia da Conceição e área circundante”.
Segundo a extensão faialense do movimento Portugal sem beatas “as beatas são responsáveis por poluição visual e olfativa e não são biodegradáveis, demorando cerca de 20 anos a degradar-se e nunca se decompondo na totalidade”, para além do mais “são tóxicas. Uma beata pode contaminar até dois litros de água. Aves, peixes e outros animais confundem beatas com comida, o que pode ser letal”, alertam ainda.
Para este movimento e porque “o que é preciso, mais do que limpar, é não sujar”, estas iniciativas “têm como objetivo sensibilizar a população do Faial, assim como visitantes à ilha, a não continuarem a deitar para o chão beatas de cigarro”.
O Faial sem beatas tem o apoio da tararecuperável.org, da Associação Portuguesa do Lixo Marinho, do movimento Portugal sem beatas, dos Parques Naturais dos Açores, do Hospital da Horta e da Câmara Municipal da Horta, que se responsabiliza pela recolha das beatas apanhadas, após realizada a contagem total.

 

O MEU COMENTÁRIO SOBRE ESTE ARTIGO