O que se passa hoje em Portugal não é um fenómeno isolado. É parte de uma tendência visível em várias democracias ocidentais, onde a extrema direita cresce alimentada pelo medo, pela desinformação, pelo culto da personalidade e pela normalização do discurso de ódio. O caso de André Ventura deve ser lido neste contexto, sem ingenuidade ou tentativas de relativizar.
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