O fim da Azorina e uma polémica de dimensão espacial: assim foi o último plenário do ano

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O Governo Regional não quis deixar para 2022 o dossiê Azorina. No último plenário do ano, a Assembleia Legislativa aprovou a extinção da empresa pública, com sede na ilha do Faial, com os votos a favor de PSD, CDS-PP, PPM, Chega, Iniciativa Liberal, PAN e do deputado independente Carlos Furtado. A proposta do executivo recebeu ainda 24 votos contra de PS e BE.

“As atribuições acometidas à Azorina não justificam a sua manutenção, pois podem ser integradas na administração regional”, afirmou o secretário das Finanças, Planeamento e Administração Pública, Bastos e Silva, que disse estar em causa a “replicação de custos e redundância” no setor público regional. O secretário das Finanças deixou ainda uma garantia: todos os 207 trabalhadores, distribuídos pelas nove ilhas, tiveram a hipótese de integrar a administração pública regional ou de receber uma indemnização por extinção do posto de trabalho.

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Rui Paiva