A Comissão Europeia publicou, nesta semana, o relatório de avaliação das quatro candidaturas portuguesas finalistas à Capital Europeia da Cultura em 2027. Está, portanto, na hora de fazer o balanço de um processo que teve tanto de belo e envolvente, quanto de difícil. Sabia-se, desde o início, que, mais importante do que obter o título, era a oportunidade de fazer da cultura uma prioridade política local e regional. Foi com essa convicção prévia que, em 2021, mais de 800 pessoas, muitas delas profissionais do setor, assinaram um manifesto que continua válido: entender a cultura como catalisadora do desenvolvimento dos Açores, vendo nesta candidatura um primeiro passo para que tal aconteça.
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