Orçamento 2021 – Propostas “irrealistas” do PS põem em causa sustentabilidade da Região

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DR/PSD
DR/PSD

O líder parlamentar do PSD/Açores alertou hoje para as propostas de alteração “irrealistas” que o PS apresentou no debate do Plano e Orçamento para 2021, alegando que a coligação governamental só aprovará iniciativas que revelem “sentido de responsabilidade”.

“O Partido Socialista decidiu apresentar um conjunto de propostas de alteração irrealistas que, a merecerem provimento, tornavam o Orçamento insustentável, destruindo a execução das políticas que os atuais órgãos de governo próprio entendem como as mais adequadas e, sobretudo, realistas para a atual conjuntura social e económica que os Açores atravessam”, afirmou Pedro do Nascimento Cabral, na Assembleia Legislativa dos Açores, no final do debate das propostas de Plano e Orçamento para 2021.

Segundo o líder da bancada social-democrata, “o parlamento irá acolher somente aquelas propostas de alteração que se enquadram no perfil do sentido de responsabilidade, no que diz respeito à sua execução, e que possam contribuir para dar uma maior amplitude à ação governativa”.

Na ocasião, Pedro do Nascimento Cabral desafiou o PS a ter uma “atitude responsável” na votação dos documentos orçamentais, referindo que votar contra é ignorar uma série de boas medidas para as famílias e empresas açorianas.

“Votar contra é não querer a diminuição dos impostos para os açorianos; é rejeitar a diminuição da carga fiscal para as empresas; é não concordar com o aumento do complemento de pensão para os nossos idosos; e é não admite que os açorianos possam viajar entre as nossas ilhas com o valor máximo de 60 euros”, sublinhou.

O presidente do grupo parlamentar do PSD/Açores acrescentou que votar contra as propostas de Plano e Orçamento para 2021 é “recusar o maior investimento de sempre” no Serviço Regional de Saúde.

“Votar contra estes documentos é afirmar que não aceita que se proceda ao maior investimento na Saúde alguma vez feito, sobretudo em tempo de pandemia de COVID-19; é dizer que não se quer salvar a SATA; é não aceitar a integração de trabalhadores precários nos quadros da administração pública regional”, frisou.

Nesse sentido, Pedro do Nascimento Cabral apelou ao “sentido de estado que o Partido Socialista diz ter”, tendo desafiado aquele partido da oposição a, “no mínimo, abster-se na votação do Plano e Orçamento para que o atual Governo Regional possa executar as políticas que planeou”.

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