Orçamento para 2021 reforça direitos dos trabalhadores açorianos

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HUGO MOREIRA
DR/PSD

O líder parlamentar do PSD/Açores afirmou que o Orçamento da Região para 2021 “reforça os direitos” dos trabalhadores açorianos, tendo destacado que “muitas das reivindicações sindicais” foram integradas no documento.

Pedro do Nascimento Cabral falava após reunir com os responsáveis do SINTAP/Açores, onde recordou que “foi conseguido um aumento de 2,5% na remuneração complementar da função pública, assim como o aumento de 5% no complemento regional de pensão e abono de família, duas medidas da mais elementar justiça para compensar o atual clima de crise económica e social por que atravessamos”, avançou.

O responsável pela bancada social-democrata reforçou igualmente que “a qualificação profissional dos quadros da administração regional foi outro fator tido em conta, visando a valorização laboral e a progressão nas carreiras dos trabalhadores”, garantiu.

“O PSD/Açores e o Governo Regional mostraram, apesar dos tempos que estamos a viver, toda a abertura para um clima de concertação e diálogo, e procurar resolver os problemas laborais das várias carreiras profissionais da função pública”, bem ao contrário dos “governos do Partido Socialista, que não deram a devida importância às legítimas aspirações dos sindicalistas”, disse Pedro do Nascimento Cabral.

Na reunião, onde estiveram os deputados regionais Joaquim Machado e Sabrina Furtado, foi também abordado “o congelamento das carreiras dos funcionários públicos, que dura desde 2010”, uma preocupação que está a ser estudada igualmente pelo novo executivo, referiu o parlamentar”.

Recorde-se que, no fecho da discussão do PO2021, Pedro Nascimento Cabral disse que a aprovação dos documentos “assegurou um conjunto de medidas a favor dos açorianos, com propostas concretas que beneficiam as famílias e as empresas”, frisou.

“Vai permitir baixar os impostos, apesar do incómodo daqueles que queriam continuar a sobrecarregar a classe média e as pequenas e médias empresas, baixando ainda o preço das passagens aéreas inter-ilhas para um máximo de 60 euros”, sublinhou.

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