Longe dos dias da introdução da caça à baleia nos Açores, pela mão de Samuel Dabney, no Faial, os botes baleeiros continuam a cruzar os nossos mares. Agora os arpões ficam expostos nos museus e núcleos museológicos. Vão para o mar os homens, as mulheres, os remos e a destreza necessária para andar à vela. Falamos com José Decq Mota, personalidade de reconhecido mérito na história e atividades baleeiras, atual – e recorrente – membro da comissão consultiva do património baleeiro regional, que nos levou pelo caminho percorrido na preservação de parte indissociável do ser-se açoriano.
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