Plenário de Maio – Terceira Tech Island está a mudar, para melhor, a vida de muitos Açorianos, afirma Sérgio Ávila

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O Vice-Presidente do Governo afirmou hoje, na Assembleia Legislativa, que o projeto Terceira Tech Island demonstrou que, em muitos setores de atividade, “a localização geográfica pode não ser negativa”, salientando que, neste momento, do centro da Praia da Vitória “exportam-se serviços para três continentes e trabalha-se para países como a Áustria, França, Bélgica, Jordânia e Estados Unidos, entre outros”.

Sérgio Ávila, que falava no âmbito de um debate sobre a Estratégia Integrada de Desenvolvimento Tecnológico na Economia Açoriana, frisou que este projeto demonstrou que “podemos ser tão bons, ou melhores, e competitivos como qualquer outro cidadão no mundo”, acrescentando que a Região “pode atrair empresas internacionais que, dos Açores, trabalham para o mundo”.

O Vice-Presidente sublinhou ainda que o Terceira Tech Island “assenta quase na totalidade na valorização dos recursos humanos” e que a sua capacidade de atrair empresas demonstra que os Açores possuem “um sistema fiscal extremamente competitivo” e “recursos humanos muito qualificados e com a devida formação”.

“Aquilo que se passa no centro da Praia da Vitória, acho que é um orgulho para todos os Açorianos. Lá, neste momento, trabalham pela rua de Jesus acima e nas ruas paralelas Açorianos das mais diversas ilhas para os quatro cantos do mundo”, frisou.

“Conseguimos identificar a nível internacional qual o setor mais carenciado e com maior potencial de crescimento. Conseguimos atrair e identificar a formação necessária para, com a rapidez necessária da necessidade do mercado e com a qualidade e a exigência necessária, lançar no mercado profissionais de enorme qualidade e, com isso, atrair emprego”, afirmou Sérgio Ávila, acrescentando que “essa atração de empresas também demonstrou que temos efetivamente um sistema fiscal extremamente competitivo, que temos recursos humanos muito qualificados e com a devida formação”.

Na sua intervenção, o Vice-Presidente destacou “a dimensão e a projeção do Terceira Tech Island em termos nacionais e internacionais”, adiantando que as propostas de emprego para os 34 formandos em programação que concluem o curso neste mês de maio são “claramente superiores”, pelo que “todos aqueles que concluírem com sucesso esta formação e tiverem os padrões necessários exigidos, têm esse emprego assegurado com qualidade”.

“Este ritmo que vamos continuar a imprimir, cada vez com maior intensidade, irá permitir a médio prazo que, com os postos de trabalho diretos, o impacto na economia, na geração de riqueza na ilha Terceira através do Terceira Tech Island, seja claramente superior àquele que decorreu da redução dos postos de trabalho direto na Base das Lajes”, frisou.

“Esta é uma realidade indesmentível, este é um facto que penso que todos conseguimos com este projeto. Um projeto em que, no princípio, muito poucos acreditavam, mas, felizmente, os jovens Açorianos acreditam neste projeto”, salientou Sérgio Ávila, acrescentando que “o Terceira Tech Island está a mudar a vida a muitas centenas de Açorianos, para melhor”.

“É um fator de enorme esperança. É um fator de enorme revitalização económica. Não com palavras, não com anúncios, não com obras de cimento, mas com a aposta naquilo que são as necessidades de formação no mercado internacional em termos económicos e, em segundo lugar, com a aposta na formação certa dos nossos recursos humanos”, afirmou o Vice-Presidente.

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