Praia da Vitória. Ficaram por cumprir as promessas do executivo socialista para 2019

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Os vereadores do PSD na Câmara da Praia da Vitória rejeitaram ontem o relatório de gestão do Município relativamente a 2019, alegando que “muitos dos compromissos assumidos pelo executivo socialista para o ano passado ficaram, lamentavelmente, por cumprir”.

Cláudia Martins e Rui Espínola afirmam que “apesar do aumento de receitas, o relatório que nos foi apresentado confirmou aquilo que qualquer praiense consegue constatar a olhos vistos: o investimento global desta Câmara Municipal diminuiu drasticamente no último ano”.

Assim, os social democratas questionam promessas feitas pelo atual elenco camarário do PS: “Onde está o grande investimento para a requalificação do centro histórico da nossa cidade? O que aconteceu à prometida requalificação do edifício dos Paços do Concelho? Onde está a zona destinada a albergar empresas marítimo-turísticas? E o que é feito dos outros investimentos para potenciar a frente de mar da Praia da Vitória anunciados por este executivo?”, adiantam.

“A intervenção na Muralha da Praia não desenvolve; o início da empreitada de prolongamento da Avenida Marginal não se vislumbra; o parque desportivo no areal e o parque aquático insuflável, ainda ninguém os viu; o roteiro de mergulho recreativo, surf e body board também está por conhecer; as intervenções no bar do Abismo nos Biscoitos e no bar da Prainha são o que se vê; o terminal rodoviário para a Praia ficou esquecido e ainda estão por perceber os avanços e recuos do anunciado Parque empresarial das Lajes”, lamentam.

Cláudia Martins e Rui Espínola acreditam que “este é o resultado de uma gestão autárquica que se limita a gerir fundos comunitários, que não tem capacidade para levar a cabo a sua estratégia – se é que ela existe – sozinha, caso existam atrasos na ativação daquele financiamento. A Praia da Vitória está, por isso, em suspenso no que diz respeito a investimento”, afirmam.

“A saúde financeira que o executivo preconiza não se tem traduzido em obra, e não a revemos nesta atitude perante os fundos comunitários, como também não se coaduna com a informação que contém o documento que acabamos de votar, e que aponta um aumento de endividamento acima dos 19%, com um total de dívidas a terceiros acima dos 9 milhões de euros e com uma dívida a fornecedores que se mantém elevada”, concluem.

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