Depois de uma licenciatura em informática e de trabalhar quase dois anos num escritório, não ficou rendido pela área. Passar o dia todo à volta de uma secretária à frente de um computador, sem socializar, não era de todo o que queria fazer para o resto da vida. Por isso, saiu do emprego e regressou à ilha onde nasceu e cresceu e mudou o rumo que estava a seguir e voltou às origens.
Quando regressou, passado algum tempo conectou-se novamente com o mar, sendo que quando era pequeno andava nas atividades náuticas do Clube Naval da Horta. Percebeu “que no mar é que estava à vontade”. Mais tarde, e alguns trabalhos depois, decidiu formar-se em pilotagem, por recomendação de um primo mais velho.
Hoje com 37 anos, André Tavares é oficial de marinha mercante e conta ao Tribuna das ilhas como é ter uma profissão de desgaste, mas que a liberdade que sente em mar alto diz-lhe que a decisão de abandonar o ecrã de um computador a tempo inteiro foi a escolha acertada.
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