PSD/Açores. A Saúde será uma prioridade na próxima década

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O líder parlamentar do PSD/Açores garantiu esta terça feira, na cidade da Horta, que o setor da Saúde “será uma prioridade para um governo social democrata na Região, durante a próxima década”.

Luís Maurício defendeu “uma saúde centrada no doente, que respeite e dignifique os doentes, e que dê resposta às pessoas. É preciso respeitar quem está à espera da prestação de cuidados de saúde”, disse.

O social democrata frisou que “os tempos máximos de resposta garantidos serão respeitados por um governo do PSD/Açores”, sublinhando que só assim “seremos coerentes face à importância que a saúde tem para todos os açorianos”, afirmou.

“Essa deve ser uma prioridade para a próxima década, e será o PSD/Açores a implementá-la”, assegurou, lembrando que, “atualmente, o Serviço Regional de Saúde está a violar a carta dos direitos à saúde”.

E sublinhou que, “não fomos nós a estipular que o tempo para uma cirurgia não prioritária não poderia exceder 270 dias (9 meses), mas a verdade é que há doentes que esperam 4 ou 5 anos, sob regras que o próprio governo do PS impôs”, explicou.

Luís Maurício avançou igualmente que um governo regional do PSD/Açores
terá “um gestor do doente em espera, que defenda, perante a administração regional, os direitos de quem aguarda atos médicos no arquipélago”.

O líder da bancada do PSD/Açores referiu ainda, a nível nacional, a ação “da Ministra da Saúde, Marta Temido, que se penalizou publicamente porque os tempos máximos de resposta garantidos estavam a ser ultrapassados”

“Que diferente tem sido essa ação, face ao que se passa nos Açores, e que nós contestamos”, disse.

Na sua intervenção, Luís Maurício versou também as deficiências que afetam o SRS, em termos de recursos humanos, “com carências da área médica. Outra situação que será criteriosamente planeada num governo do PSD/Açores”.

“A Região precisa de saber, a médio prazo, de que recursos é que necessita.
Por resolver continuam as consultas de várias especialidades, com o atraso na realização dos concursos do pessoal médico a motivar a saída de profissionais da Região, nomeadamente para o setor privado e para outros espaços nacionais”, criticou.

Luís Maurício concluiu, recordando que, “antes da Covid-19 existiam exatamente os mesmos constrangimentos. E quem no passado não os conseguiu resolver, certamente também não vai fazê-lo no futuro. Este governo não merece a confiança dos açorianos”, disse.

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