Santa Casa da Misericórdia da Horta – Governo investe 335 mil euros na construção do Centro de Alojamento Temporário

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Um alojamento temporário e um porto de abrigo, este é um dos projetos que está a ser desenvolvido pela Santa Casa da Misericórdia da Horta (SCMH), nomeadamente pelo Lar de São Francisco, para dar resposta a pessoas adultas em situação de carência, fornecendo cuidados especiais temporários, aqueles que mais precisam.
Com o objetivo de prover melhores condições para esta instituição, o Governo Regional dos Açores, por intermédio da Secretaria Regional da Solidariedade Social, garantiu um apoio de 335 mil euros à SCMH para a obra do Centro de Alojamento Temporário, que terá capacidade para 16 utentes, na ilha do Faial.
Na cerimónia de apresentação do projeto na SCMH, que contou com a presença da Secretária Regional da Solidariedade Social, o arquiteto responsável pelo projeto frisou que a obra prevê muitas “zonas funcionais”, tendo sempre em atenção a “preservação da imagem arquitetónica do edifício”.
A ocupar dois pisos, o projeto conta com “zona técnica ou zona do staff” e “zonas sociais”. A este respeito o arquiteto referiu que as “zonas sociais” terão acesso ao exterior e disponibilizarão ainda “zonas de refeições”, “salas de estar” acessíveis e com plataformas elevatórias, “zonas privadas para dormitórios”, “zonas de vestiários e instalações sanitárias” para os funcionários, “cozinha e copa”, “compartimentos de máquinas de lavagens de roupas”, e “casas de banho acessíveis”, dentre outros benefícios incluídos neste projeto.
As novas instalações do Centro de Alojamento Temporários fazem parte do compromisso firmado entre o Governo Regional, a SCMH e a população faialense, referiu Andreia Cardoso, acrescentando que existem “três razões para avançar com o projeto”.
A primeira, considerada como indispensável pela secretária é o facto de “servir melhor a todos, nomeadamente a população mais vulnerável na ilha do Faial”, em segundo, a questão de “servir, mas servir com dignidade oferecendo espaços adequados e recursos adequados, além de uma boa localização urbana”, e na terceira menção e não menos importante, apontada pela responsável pela pasta, visa aprofundar “a relação do Governo Regional e a SCMH”, sendo considerado como um grande passo para esse caminho, a assinatura deste protocolo.
A concluir, Andreia Cardoso frisou que “é uma enorme satisfação estar presente nesta resposta à população mais carenciada”, que terá acesso temporários a “necessidades básicas de alojamento, higiene pessoal, alimentação, tratamento de roupas e acompanhamento psicossocial”, e que visa melhorar promoção da inclusão social “para não deixar ninguém para trás”, defendeu.
Os centros de alojamento temporário, constituem uma resposta social desenvolvida em equipamento, que visa o acolhimento, por um período limitado, de pessoas adultas em situação de carência, tendo em vista o encaminhamento para uma resposta social mais adequada, contando normalmente com algumas camas destinadas a emergências sociais. 

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