“Se pudesse corria em todas as provas pelo mundo fora”, diz Carla Pereira

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Pelas estradas e trilhos da ilha, de sorriso rasgado e ar simpático, que deixa transparecer que realmente corre por prazer, serão poucos aqueles na corrida não a conhecem. 
No que respeita, às corridas é já uma veterana, e uma referência da modalidade na ilha, uma vez, que foi das primeiras mulheres a correr no Faial. Poucas são as vezes que não sobe ao pódio, resultado da força de vontade e determinação com que encara cada prova e cada desafio. 
Numa pequena entrevista, informal e descontraída, falamos com Carla Pereira, que nos contou como tudo começou, porque continua a correr e até onde pretende ir.
 

 
Tribuna das Ilhas – Como surgiu o gosto pelas corridas e quando começas-te a correr, recordas-te?
Carla Pereira – O desporto sempre fez parte da minha vida, mas a verdade é que nunca fui fiel a uma só atividade. As corridas surgem como resposta a um desafio lançado pelo amigo e já veterano das corridas o Vítor André. “Arrastada por ele, comecei a correr a sério em 2003 e a participar em provas pouco tempo depois. Entretanto entrei para o Clube Independente de Atletismo Ilha Azul (CIAIA) e nunca mais parei de correr e de tentar passar o meu vício a outros. Lembro-me que na altura era uma de poucas mulheres a correr no Faial.
 
 
E no Trail Run?
O trail é responsabilidade do João Melo e do Mário Leal. A primeira vez que “corri” em trilhos foi na 1ª edição do Trilho 10 vulcões em 2012, ainda não existia a designação Azores Trail Run. Foi um misto de caminhada/corrida. Penso ter sido um evento comemorativo dos 40 anos de classificação da caldeira como reserva natural do Faial. Consegui arrastar a minha irmã e levamos quase 5horas. Lembro-me que fui de botas de montanhismo (risos). Depois fizemos a 2.ª edição em 2013 e com anunciada prova do Azores Trail Run em 2014 começamos as duas a correr em trilhos e nunca mais parámos. Agora somos três, o cunhado juntou-se ao duo, costumo dizer que “um desfiou dois e agora somos três doidinhos pelas corridas” (risos). Nos trilhos nós auto-denominamos, “Unhas negras do Trail”! (quem corre percebe o conceito unhas negras).
 

 

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