STCP prepara admissão de 12 novos motoristas em outubro

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A Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP) revelou hoje estar a preparar a admissão de 12 novos motoristas em outubro, tendo iniciado o concurso para 81 autocarros com entrada em circulação prevista para 2020/2021.

Numa resposta escrita enviada à Lusa, a STCP esclarece que, “com vista colmatar as saídas registadas durante 2019, foram este ano já admitidos e formados 32 motoristas”, acrescentando que “está a ser preparado o processo de admissão de mais 12 motoristas, já na próxima quinzena de outubro, para fazer face à evolução da novas saídas previstas”.

Quanto a viaturas, a STCP esclarece que tem em circulação 92 novos autocarros e que lançou concurso para mais 81, notando estar em causa a substituição de “viaturas antigas”, pelo que tal “não implica o aumento da frota”.

“Entre os anos 2018 e 2020, a empresa encontra-se a receber 188 novas viaturas. Destas, 173 são movidas a gás natural e 15 são 100% elétricas”, observou a empresa, notando que 92 novos autocarros “já se encontram em circulação”.

De acordo com a STCP, “a 12 de abril de 2019, foi lançado um novo concurso de renovação de frota para aquisição de mais 81 viaturas movidas a gás natural comprimido”.

“Estas viaturas entrarão em circulação entre setembro de 2020 e o final de 2021”, acrescenta.

Em breve, diz a empresa, “será lançado um outro concurso para a aquisição de cinco viaturas elétricas”.

“As viaturas adquiridas servirão para substituir viaturas antigas da STCP, não implicando o aumento de frota”, refere a STCP.

Segundo revelou a empresa em abril, o concurso público internacional para a renovação da frota da STCP implica um investimento global de mais de 19 milhões de euros, dos quais 53% oriundos do Fundo de Coesão.

A STCP referiu ainda que os primeiros autocarros a ser adquiridos neste concurso deverão estar em circulação no final de 2020, a um ritmo de entregas entre seis e oito unidades por mês.

Assim, em 2021, 64% da frota da STCP estará renovada, ou seja, de um total de 419 autocarros, 269 terão menos de quatro anos, revelou Paulo de Azevedo, então presidente da empresa.

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