Atualmente é assegurada apenas uma ligação Lisboa-Pequim, com uma escala em Xi’an, em regime de ‘codeshare’ (partilha de venda de bilhetes entre companhias aéreas) pela TAP, numa operação garantida pela Beijing Capital Airlines.
Frasquilho sublinhou que a intenção de assegurar essa rota com aviões da TAP faz parte do plano estratégico da empresa, mas indicou que há neste momento apostas a considerar em outros mercados.
O responsável lembrou o facto de a TAP ir abrir novas rotas para África e América do Sul e reforçar os voos para Brasil e Estados Unidos.
“Vamos intensificar a operação no Brasil, [que] já é muito intensa, [já que] a TAP é o maior operador entre o Brasil e a Europa (…). Vamos ter mais voos para as mesmas dez cidades brasileiras e no futuro podemos estender a outras cidades”, afirmou Miguel Frasquilho.
“Vamos introduzir os aviões novos de longo curso, já introduzimos para Angola e vai ser introduzido no final deste mês para Moçambique. Isso melhora imenso as condições em que os nossos passageiros podem ser servidos a bordo”, explicou.
Miguel Frasquilho salientou que foram abertas “com grande sucesso três novas rotas para os Estados Unidos”, uma “expansão para o mercado norte-americano que não vai ficar por aqui, já que está prevista uma intensificação para o próximo ano”.
Ou seja, concluiu, estão previstos “novos destinos para a América do Sul e para África, e a Ásia lá surgirá, num prazo mais longo, certamente”.

















