Venda dos produtos Marca Açores aumenta 27% no último ano, revela Sérgio Ávila

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O Vice-Presidente do Governo revelou hoje, em Ponta Delgada, que o volume de vendas dos produtos Marca Açores registou “um aumento de 27 por cento no último ano, segundo um inquérito efetuado às empresas”, acrescentando que “97% das empresas demonstraram uma satisfação plena pela estratégia e pela aposta na Marca Açores”.

Sérgio Ávila salientou que este é o resultado do trabalho que tem sido feito ao longo dos últimos anos para a promoção dos produtos açorianos.

O Vice-Presidente, que falava na inauguração da Feira Açores, que decorre até 27 de maio, promovida pelo hipermercado Continente, frisou que este certame, “onde estão mais de 500 produtos dos Açores em promoção, é uma evidência prática dessa realidade”.

Nesse sentido, referiu que “temos todos, empresas, consumidores açorianos, feito nos últimos anos uma trajetória muito positiva de valorização dos produtos dos Açores, não só pela diversidade de produtos, pela inovação dos produtos apresentados e, particularmente, pelo grande volume de vendas dos produtos Marca Açores, que superaram, e muito, as nossas expetativas também no último ano, com um crescimento de 27%”.

“A perceção desta grande superfície comercial é que os turistas que nos visitam procuram, particularmente, os produtos dos Açores”, frisou Sérgio Ávila.

Isto significa, acrescentou, que “conseguimos não só crescer no mercado interno pelo crescimento do consumo interno, mas crescer muito no mercado interno por via do crescimento do turismo e, particularmente, pela apetência que os turistas têm de consumir produtos dos Açores”.

A aposta da Marca Açores passa agora por dois desafios, nomeadamente “aumentar as quantidades de produção”, afirmando o Vice-Presidente que “a maior parte das empresas já precisam de aumentar a sua quantidade de produção para fazer face ao aumento da procura”, mas também por “uma constante inovação, quer dos produtos, quer da forma como são apresentados”.

Para tal, realçou a importância da utilização dos “recursos endógenos, através de uma maior diversidade de produtos, uma maior inovação”, considerando que “as empresas têm apostado muito, felizmente, nessa inovação, como é o caso desta mostra”.

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